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12 maio 2026

Aprendizado piedoso 235

Querido Senhor, envergonho-me ao pensar em quão frágil é, às vezes, a minha fé! Quando leio sobre os feitos daqueles heróis no evangelho, que “pela fé conquistaram reinos, realizaram obras de justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca de leões” e coisas semelhantes, sinto vergonha do meu coração incrédulo. Josué ordenou que o sol e a lua parassem? Pedro chamou Tabita de volta dos mortos, pela fé em Jesus? E será que estou tão perdido, às vezes, a ponto de temer que um dia perecerei pelas mãos do inimigo? Suplico-te, Senhor, fortalece a minha alma nesta graça, para que eu nunca mais questione a tua divina fidelidade. Bendito Jesus, derrama os teus recursos sobre o meu pobre coração esquecido e incrédulo, quando surgirem dúvidas, medos e receios. Ajuda-me a ver que, em toda a minha jornada passada, tu me conduziste através de dificuldades e perigos. Ajuda-me a ver que a tua força se aperfeiçoa na minha fraqueza. O que é dificuldade, quando Jesus intervém pelo seu povo?  O desafio, seja ele qual for, serve mais para manifestar a Tua glória e exercitar a minha fé. Ajuda-me, então, Senhor, a olhar para Ti — e não para a dificuldade, porque não tenho nada a ver com ela. Basta-me que o meu Deus tenha prometido. Tu podes, Deus, e Tu o farás. Como o farás, Jesus? Essa é a Tua preocupação, não a minha. Tu és fiel. Tu prometeste. E isso basta-me. Não há dúvida. Sim, Senhor! Eu sei que a Tua mão não é fraca e que tudo o que disseste há de se cumprir. Porque “aquele que te chama é fiel, e certamente o fará!”. Amém.

—Robert Hawker
("Piercing Heaven: Prayers of the Puritans", Robert Elmer)