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19 maio 2026

Aprendizado piedoso 237

"Biblical Friendship"
(Jason K.)

Série de 5 aulas (EBD) edificantes sobre o tema da "Amizade Bíblica":

Aula 1 (12/04/26)

Aula 2 (19/04/26)

Aula 3 (26/04/26)

Aula 4 (03/05/26)

Aula 5 (10/05/26)

15 maio 2026

Teodiceia: "justiça de Deus"

Segundo os dicionários de etimologia, a palavra Teodiceia significa "justiça de Deus", na combinação de dois termos no grego: Theós ("Deus") + díkē ("justiça"). A palavra Teodiceia foi cunhada originalmente pelo filósofo, polímata e matemático cristão Gottfried Wilhelm Leibniz, para provar a realidade da "justiça de Deus" em um mundo com tanto mal moral e físico. Leibniz publicou em 1710 a obra com o título "Essais de Théodicée sur la bonté de Dieu, la liberté de l'homme et l'origine du mal", originalmente em francês, que quando traduzido para o português significa "Ensaios de Teodiceia sobre a Bondade de Deus, a Liberdade do Homem e a Origem do Mal". Esta obra de Leibniz representa uma iniciativa apologética cristã para abordar o que vem sendo conhecido historicamente como o "problema do mal", ou seja, o desafio de compreensão racional da presença, neste mundo, do mal (moral e físico), coexistindo simultaneamente com um Deus que é bom. Esta questão filosófico-teológica tem desafiado muitos pensadores ao longo dos eras, desde muito antes de Leibniz (sécs. XVII e XVIII), como por exemplo Agostinho de Hipona (sécs. IV e V), Ireneu de Lyon (sécs. II e III), dentre outros. Mais recentemente (1974), o filósofo cristão Alvin Plantinga publicou um livro intitulado "Deus, Liberdade e Mal", onde aborda esta questão do "problema do mal".

Uma didática e edificante exposição bíblica sobre este assunto, ministrada pelo pr. John MacArthur, com o título (traduzido) "Por que Deus permite tanto sofrimento e maldade?", pode ser encontrada na plataforma do sermonaudio.com, no seguinte link:
 
"Why Does God Allow So Much Suffering and Evil?"
 

Aprendizado piedoso 236

PARA QUANDO DUVIDAMOS 
 
Meu Senhor e meu Deus, clamaria eu, sob a mesma vergonha consciente da minha terrível incredulidade, como Tomé? Sim, o Senhor ainda ministra, ainda serve. E embora eu O perca de vista mil e dez mil vezes, é claro e evidente que nada além da Tua força poderia me sustentar. Em todas as bênçãos da Tua redenção completa, o Senhor mesmo concede graça ao seu povo. O Senhor primeiro comprou todas as bênçãos com o Teu sangue, e agora vive para vê-las administradas pelo Teu Espírito. Precioso Jesus, o Senhor está sempre comigo. Em breve, estarei com o Senhor. Eu O verei como o Senhor é, e ficarei satisfeito quando eu despertar transformado à Tua semelhança. Amém.

—Robert Hawker
("Piercing Heaven: Prayers of the Puritans", Robert Elmer)