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31 julho 2026

Hino: “Assim Eu Vos Envio” (missões)

“Assim Eu Vos Envio”
Edith Margaret Clarkson
{ref. bíblica: João 20.21}

Assim Eu vos envio a um labor sem recompensa,
A servir sem pagamento, sem amor, sem ser solicitado, como desconhecido,
A suportar a repreensão, a sofrer o escárnio e o desprezo;
Assim Eu vos envio a trabalhar somente para Mim.

Assim Eu vos envio — à solidão e à saudade,
Com o coração ansiando pelos entes queridos e conhecidos;
Deixando o lar e a família, amigos e pessoas amadas;
Assim Eu vos envio — para conhecer apenas o Meu amor.

Assim Eu vos envio — a abandonar suas ambições na vida,
A morrer para os estimados desejos, a renunciar à própria vontade,
A trabalhar arduamente, e amar onde os homens vos ultrajam;
Assim Eu vos envio — a perder a vossa vida na Minha.

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*“So Send I You”
**Edith Margaret Clarkson

So send I you to labor unrewarded,
To serve unpaid, unloved, unsought, unknown,
To bear rebuke, to suffer scorn and scoffing,
So send I you to toil for me alone.

So send I you – to loneliness and longing,
With heart a-hungering for the loved and known;
Forsaking home and kindred, friend and dear one,
So send I you  – to know my love alone.

So send I you – to leave your life’s ambitions,
To die to dear desire, self-will resign,
To labor long and love where men revile you,
So send I you – to lose your life in mine.

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Notas & Observações:
*“So Send I You” é o trecho que aparece, em inglês (Bíblia King James - KJV), na segunda metade de João 20.21: "Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio" (versão, em português, Almeida Revista Atualizada - ARA).
**Edith Margaret Clarkson: nasceu em 8 de junho de 1915 em Melville, Saskatchewan, Canadá. Ela escreveu vários hinos, como “So Send I You” e “God of Creation, All-Powerful”. Faleceu em 17 de março de 2008, em Toronto. O hino “So Send I You” tem sido considerado o maior hino missionário do século XX.
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Aprendizado piedoso 256


Lord Jesus, King of pain,
Thy subject I; Thy right it is to reign:
Oh, hear my cry, and bid in me all longings cease;
save for Thy holy will’s increase.
Thy right it is to reign O’er all Thine own;
then, if Thy love send pain,
find there Thy throne,
and help me bear it unto Thee,
who didst bear death and hell for me.
Lord Jesus, King of pain, my heart’s adored,
teach me eternal gain is love’s reward:
in Thee I hide me; hold me still
till pain work all Thy perfect will.

*fonte: texto encontado no website joniandfriends.org

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{tradução automática: pt-br}

“EM DOR”
Edith Margaret Clarkson

Senhor Jesus, Rei da dor,
Sou Teu súdito; é Teu direito reinar:
Ouve o meu clamor e faze cessar em mim todo desejo,
exceto o de ver crescer a Tua santa vontade.
É Teu direito reinar sobre os Teus;
então, se o Teu amor enviar a dor,
que ela seja o Teu trono,
e ajuda-me a suportá-la por Ti,
que suportaste a morte e o inferno por mim.
Senhor Jesus, Rei da dor, amado do meu coração,
ensina-me que o ganho eterno é a recompensa do amor:
em Ti me escondo; sustenta-me firme
até que a dor opere toda a Tua perfeita vontade.
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30 novembro 2024

Aprendizado piedoso 199

Trechos do capítulo 9 (Nosso Deus soberano) do livro "Deus: face a face com sua majestade", de John MacArthur:

"[...] Lady Jane Kenmure estava intimamente familiarizada com a tristeza e adversidade. Em 1600, ela nasceu numa distinta família escocesa e, mais tarde, casou-se com Sir John Gordon, que se tornou o Lorde Kenmure. Muitos podem ter invejado seu prestígio social, mas grandes dificuldades marcaram a vida dessa crente humilde e devota. Casada havia apenas oito anos, ela havia perdido três filhas pequenas. No mesmo ano em que sua terceira filha morreu, o marido caiu em dores mortais e também faleceu. Um mês ou dois depois, ela deu alegremente à luz um filho, mas quatro anos depois, o menino ficou doente e também morreu. Cerca de um ano mais tarde, ela se casou novamente, mas sua felicidade durou pouco porque seu segundo marido faleceu logo depois. Durante o prolongado período de luto de Lady Kenmure, Samuel Rutherford, seu pastor, escreveu cartas pastorais para confortá-la. Observe como ele [seu pastor] a orientou a pensar na soberania de Deus: 
[Samuel Rutherford...] Estejais contente em passar pelas águas ao teu redor, e gloria-te nEle {Jesus Cristo}, segurando Sua mão, pois Ele conhece todas as vaus {trechos rasos de rios}... Quando levantares teus olhos naquela direção e deres uma olhada na cidade de ouro {Ap 21:18}... haverás de dizer, então 'Vinte e quatro horas habitando nesse lugar valem mais que setenta anos de tristeza sobre a terra'... Em todo o Seu proceder com Seus filhos, Deus almeja levá-los a ter um elevado desprezo e uma inimizade mortal pelo mundo; a fim de que estabeleçam um valor elevado para Cristo e pensem nEle como Aquele que não pode ser adquirido com ouro e que é digno de que lutemos por ele. Não é por nenhum outro motivo... que o Senhor retira de ti os brinquedos e os deleites terrenos que Ele dá aos outros, mas para que tu sejas completamente dEle... Aceita a vontade do Todo-Poderoso... Deixa que a cruz de teu Senhor Jesus tenha o teu submisso e resoluto AMÉM... Confesso que me pareceu estranho que o Senhor tivesse que fazer aquilo que dava a impressão de querer lançar por terra todos os teus confortos mundanos; mas nós não podemos ver as razões da Soberania do Todo-Poderoso. 'Ele vai à nossa direita e à nossa esquerda, mas não o vemos'. Não vemos nada senão os pedaços dos elos quebrados das correntes da Sua providência. ('The Letters of Samuel Rutherford')"

"[John MacArthur...] Será que Deus realmente usa o nosso sofrimento para o nosso bem? Absolutamente {certamente}. Um dos benefícios do sofrimento é que ele nos ensina a odiar o pecado. Quando Cristo foi ao túmulo de Lázaro, Ele 'agitou-se no espírito e comoveu-se' (João 11:33). Ele agonizou diante das lágrimas, da dor e da tristeza que o pecado e a morte trazem. Quando experimentamos o sofrimento, aprendemos a odiar o pecado, que é o causador dessas coisas. O sofrimento também coopera para o nosso bem, porque expõe o pecado em nossas vidas. Quando tudo está bem, é fácil nos sentirmos piedosos. Mas, assim que as coisas desmoronam e os infortúnios se interpõem em nosso caminho, somos mais tentados a ficar irados com Deus. Podemos perder a paciência facilmente e começar a duvidar da Sua bondade. É nesse ponto que a pessoa descobre se, de fato, confia em Deus, pois o sofrimento evidenciará todo o mal que estiver no coração. O sofrimento não só evidenciará o pecado, como também o removerá. Ele é um fogo que queima a nossa escória e releva o ouro e a prata puros. Jó disse, a respeito de Deus: 'Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro' (Jó 23:10). De que outra maneira o sofrimento coopera para o nosso bem? Ele revela que nós, na verdade, somos Seus filhos. Afinal, 'o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos' (Hebreus 12:6-8). Sua disciplina é a evidência de que somos Seus filhos. O sofrimento também nos leva a Deus. Na prosperidade, o coração fica facilmente dividido. É por isso que Deus advertiu os israelitas para que não se esquecessem dEle quando Ele os levasse para a Terra Prometida (Deuteronômio 6:10-13). O sofrimento nos obriga a parar de nos concentrar no mundo. Quando tudo em nossas vidas é confortável, somos inclinados a nos preocupar com a nossa casa, o carro, o trabalho, os negócios, ou com nosso guarda-roupa. Mas suponha que um ente querido fique com uma doença terminal. Isso mudaria os nossos valores, e nos levaria a Deus, que é uma boa resposta para uma situação trágica. O 'espinho na carte' de Paulo o levou ao Senhor (2Coríntios 12:7-10). Quaisquer que sejam nossas aflições, estejamos seguros de que Deus as está usando, soberanamente, para o nosso bem. Tendo esse assunto como tema, Margaret Clarkson escreveu um livro para aqueles que vivem suas vidas numa dor perpétua. Ela o intitulou Grace Grows Best in Winter (A Graça Cresce Melhor no Inverno) - uma citação das cartas de Samuel Rutherford, o pastor que procurava confortar a senhora em sofrimento {Lady Jane Kenmure}... O subtítulo do livro de Clarkson é Help for Those Who Must Suffer (Ajuda para Aqueles que Precisam Sofrer), e uma de suas muitas observações úteis é a seguinte:
'[Margaret Clarkson...] A soberania de Deus é a rocha invencível, à qual o coração humano, em sofrimento, deve se firmar. As circunstâncias que rodeiam a nossa vida não são uma casualidade: elas podem ser obra do mal, mas esse mal está firmemente preso na mão poderosa de nosso Deus soberano... Todo mal está sujeito a Ele, e o mal não pode tocar Seus filhos, a menos que Ele permita. Deus é o Senhor da história humana e da história pessoal de cada membro de sua família redimida... Ele não explica suas ações a nós mais do que explicou a Jó, mas Ele nos deu o que os sofredores dos tempos antigos nunca tiveram - a revelação escrita de Sua soberania e de Seu amor, e a manifestação de Si mesmo no Salvador {Cristo Jesus}. Se aqueles santos puderam triunfar, de modo tão glorioso, sem tamanha revelação, nós, que a temos, seremos derrotados?' ['Grace Grows Best in Winter', Margaret Clarkson]"