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08 julho 2026

Hino: "Triunfo sobre a morte na esperança da ressurreição"

Hino 110 (Isaac Watts)
"Triumph over death in hope of the resurrection"
 
"Triunfo sobre a morte na esperança da ressurreição"

E este corpo deve morrer?
Este corpo mortal se decompor?
E estes meus membros ativos devem
jazer apodrecendo no barro?

Corrupção, terra e vermes
apenas refinarão esta carne,
até que meu espírito triunfante venha
revesti-la novamente.

Deus, meu Redentor, vive,
e muitas vezes dos céus
olha para baixo e observa todo o meu pó,
até que Ele o faça ressurgir.

Revestidos de gloriosa graça,
estes corpos vis brilharão,
e cada forma e cada rosto
parecerão celestiais e divinos.

Estas vivas esperanças devemos
ao amor sacrificial de Jesus;
adoraremos sua graça aqui na Terra
e cantaremos seu poder lá em cima.

Querido Senhor, aceita o louvor
destas nossas humildes canções,
até que melodias de som mais nobre elevemos
com nossas línguas imortais.
 
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***Links sobre este hino***
 
 - Outra tradução automática para português:

- Hymn 110 (hymnary.org): 
"Triumph over death in hope of the resurrection"*
(*também conhecido pela primeira linha: "And must this body die?")

- Hymn 110 (allpoetry.com):
 
 
Hino "And must this body die?" cantado (inglês):

14 julho 2025

Aprendizado piedoso 220

What If There Is No Ressurrection?
("E se não houver ressurreição?" )
 
Pr. John MacArthur
[19/06/1939 - *14/07/2025*] 
 
"O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe [archēgos] e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados." (At 5:30-31)
 
'No quinto capítulo de Atos, apenas uma referência rápida, versículo 30, "O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus". Novamente, há aquela ênfase em Deus ressuscitou-O para vindicar, validar Sua obra expiatória [...] Você entende que o perdão dos pecados está conectado, então, à validação do Pai sobre a obra do Filho por meio da ressurreição.
A propósito, a palavra archēgos é traduzida como Príncipe no versículo 31. Poderia ser traduzida de várias maneiras: originador, autor, pioneiro, líder, precursor. Encontrei um uso interessante dessa palavra no vocabulário marítimo [náutico]: os navios tinham um archēgos. Este era um membro da tripulação que era o nadador mais forte e, se algo acontecesse com o navio, ele amarrava uma corda na cintura, mergulhava e nadava até a praia. Depois de amarrar a corda, ele voltava e ajudava todos a chegarem à praia, por meio da corda.
Em um sentido muito real, Jesus nadou nas águas da morte e ancorou a corda para resgatar a todos nós. Belo uso dessa palavra [archēgos]. Mas, se ele tivesse se afogado nas águas da morte, então não haveria corda e estaríamos todos condenados [...] Se Ele não tivesse ressuscitado, então ainda estaríamos em nossos pecados.'

*Nota*: neste dia 14/07/2025, o pr. John MacArthur foi promovido à glória, e se encontra na presença do Senhor, deixando o legado de uma vida dedicada ao ensino e à exposição das Esctrituras. Esta postagem é apenas uma singela homenagem a este homem de Deus, com quem tive o privilégio de aprender muito nos últimos anos, por meio de suas mensagens, que ainda se encontram disponíveis na plataforma SermonAudio. Glória somente a Deus por tudo, inclusive pela vida deste servo, que já se encontra na presença do nosso Senhor e Rei!

31 março 2024

Páscoa: a ressurreição do Verbo (vídeos)

 

(https://www.youtube.com/watch?v=N6cRmlIuk7M)

Instagram:

https://www.instagram.com/p/C5DdMmqu9t1/

https://www.instagram.com/reel/C5JI0O_Orxh/

 *Vídeos baseados no texto "Páscoa: a ressurreição do Verbo"

 *Gratidão a Deus por ter usado a instrumentalidade do amigo e irmão Higor Cayo, na gravação e edição destes vídeos.

Glória somente a Deus, por tudo, sempre!


29 março 2024

Páscoa: a ressurreição do Verbo

Como foi a última páscoa de Jesus, o "Cordeiro pascal" [1Co 5:7] 

“Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles? E por que também nós nos expomos a perigos a toda horaDia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor. Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos. Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.” (1Coríntios 15:29–34)

*Referências:     

- “Em defesa de Cristo” (“The case for Christ”), Lee Strobel.

- “On the Physical Death of Jesus Christ”, Journal of American Medical Association (JAMA), 1986.

- “Quando tomados em conjunto certos fatos - o extenso e precoce testemunho de ambos os proponentes e oponentes cristãos, e sua aceitação universal de Jesus como uma verdadeira figura histórica, a ética dos escritores do evangelho e o pequeno intervalo de tempo entre os eventos e os manuscritos existentes, e a confirmação dos relatos do evangelho por historiadores e achados arqueológicos - isso garante um testemunho confiável a partir do qual uma moderna interpretação médica da morte de Jesus pode ser feita.” (JAMA)

 

PÁSCOA (em Jerusalém):

- “E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa [pascha], antes do meu sofrimento [paschō]” (Lc 22:15).

- Depois da Última Ceia na Páscoa com os seus discípulos em Jerusalém, eles viajavam para o “Monte das Oliveiras” (Getsêmani).

- No Gethsemane (“lagar de azeite”, em aramaico), Lucas (médico) registra que Jesus sofreu hematidrose (ou hemohidrose). Fenômeno raro  de sangue no suor, como resultado de uma hemorragia de veias capilares nas glândulas sudoríparas, tornando a pele frágil. A perda de sangue deve ter sido mínima, mas numa noite fria (jardim/monte das oliveiras), deve ter causado arrepios/calafrios no Senhor Jesus.

- “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.” (Sl 23:5)

 

JULGAMENTOS:

- Jesus foi preso no Getsêmani, e levado a Anás e a Caifás (sumo sacerdote daquele ano), para o julgamento judeu perante o Sinédrio, e foi considerado culpado de “blasfêmia”. Os guardas vendaram Jesus, cuspiram nele e o atingiram no rosto com os punhos: “vendando-lhe os olhos, diziam: Profetiza-nos: quem é que te bateu?” (Lc 22:64)

- Incredulidade (pecado):“Se tu és o Cristo, dize-nos. Então, Jesus lhes respondeu: Se vo-lo disser, não o acreditareis; também, se vos perguntar, de nenhum modo me respondereis” (Lc 22:67-68)

- Jesus foi levado para o Pretório na Fortaleza Antônia, a residência de Pôncio Pilatos, o governador da província romana da Judéia. Contudo, Jesus não foi apresentado a Pôncio Pilatos como um blasfemo, mas como um auto-declarado rei (Acusação de Sedição), que iria ameaçar a autoridade romana. Pilatos não fez acusações contra Jesus, e o enviou a Herodes Antipas (tetrarca da Judéia), que também não fez acusações formais contra Jesus, e o devolve para Pilatos. Apesar de Pilatos não encontrar motivos para acusar Jesus, o povo demandava pela sua crucificação, e Pilatos finalmente os atendeu, entregando Jesus para ser açoitado (na “flagelação”) e crucificado.

 

FLAGELAÇÃO:

- O açoitamento era uma pena legal preliminar para toda execução romana, e apenas mulheres e senadores ou soldados romanos (exceto em casos de deserção) eram isentos. O instrumento usual era um chicote curto (flagelo ou “flagellum”), com várias tiras (de comprimentos variáveis) de couro trançado, nas quais pequenas bolas de ferro ou pedaços afiados de ossos de ovelhas eram amarrados em intervalos. O objetivo era enfraquecer a vítima para um estado físico pouco antes do colapso ou da morte. Após o flagelação, os soldados frequentemente insultavam a vítima.

- À medida que o açoitamento continuava, as bolas de ferro causavam contusões profundas e as tiras de couro e ossos de ovelha cortavam a pele e os tecidos subcutâneos. As lacerações rasgavam os músculos esqueléticos subjacentes, produzindo tiras trêmulas de carne sangrando.

- Jesus foi severamente agredido (açoitado) no Pretório. Os soldados romanos, divertidos com o fato desse homem enfraquecido ter reivindicado ser rei, zombaram dele, colocando uma túnica nos ombros, uma coroa de espinhos na cabeça e um bastão de madeira (caniço), como se fosse um cetro na mão direita. E então, cuspiram em Jesus e o atingiram na cabeça com o bastão de madeira (Mt 27:27-31).

“Não quebrará o caniço rachado, não apagará o pavio fumegante”(Mt 12:20 - NVI; Is 42:3)

 

CRUCIFICAÇÃO:

- É provável que a prática da crucificação começou entre os persas. Alexandre, o Grande, introduziu a prática no Egito e em Cartago, e os romanos parecem ter aprendido com os cartagineses. Em sua forma primitiva, na Pérsia, a vítima era amarrada a uma árvore ou empalada em um poste vertical, geralmente para impedir que os pés da vítima culpada tocassem o solo sagrado. “Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êx 3:5)

- Os Romanos não “inventaram” a crucificação, mas a aperfeiçoaram como uma forma de tortura e pena de morte brutal, projetada para ser lenta e com o máximo de dor e sofrimento.

- A crucificação era um dos métodos mais vergonhosos e cruéis de execução, normalmente reservado apenas para escravos, estrangeiros, revolucionários e os mais vis dos criminosos. A lei romana geralmente protegia os cidadãos romanos da crucificação, exceto talvez no caso de deserção pelos soldados.

- O Titulus da rendição (condenação) de Jesus, com nome e crime: “Jesus de Nazaré, rei dos judeus” (escrito em hebraico, latim, grego - Jo 19:20).

- Era habitual que o condenado carregasse sua própria cruz do local do açoitamento até o local da crucificação, fora da cidade.

- Como o peso da cruz inteira era provavelmente mais de 136 kg (300 lb), apenas a barra horizontal era transportada. O patíbulo, pesando 34 a 57 kg (75 a 125 lb) era colocado na nuca da vítima e equilibrado ao longo dos dois ombros. Geralmente, os braços estendidos eram amarrados à trave.

- Fora das muralhas da cidade ficava permanentemente as pesadas estacas de madeira verticais, nas quais o patíbulo seria fixado. No caso da Cruz Tau (T), isso seria realizado por meio de uma junta de encaixe, com ou sem reforço de cordas.

- No local da execução, por lei, a vítima recebia uma bebida amarga de vinho misturada com mirra (fel), para servir como um analgésico moderado (não por misericórdia, para para prolongar o “espetáculo”). A bebida servia para suportar a dor, mas Jesus não tomou (Mc 15:23).

- O condenado era então jogado no chão de costas, com os braços estendidos ao longo do patíbulo. As mãos eram pregadas ou amarradas à trave (patíbulo).

Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei” (Tomé – Dídimo, Jo 20:25).

- Os restos arqueológicos de um corpo crucificado, encontrados em um ossuário perto de Jerusalém e datando da época de Cristo, indicam que os pregos eram espigões de ferro cônico de aproximadamente 13 a 18 cm (5 a 7 polegadas) de comprimento, com um eixo quadrado de 1 cm (3/8 de polegada) de diâmetro. [Ponteira/Talhadeira]



- Os soldados e a multidão civil frequentemente insultavam e zombavam do condenado, e os soldados costumavam dividir as roupas do condenado entre si: “Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes” Mt 27:35; Mc 15:24; Lc 23:34; Jo 19:24 à Sl 22:18

- O tempo de sobrevivência do condenado na cruz era tipicamente de poucas horas, dependendo da gravidade da flagelação/açoitamento.

- Mesmo que a flagelação/açoitamento fosse “moderado”, os soldados romanos poderiam acelerar a morte quebrando as pernas abaixo dos joelhos (crucifratura).

- Não era incomum que insetos pousassem nas feridas abertas ou nos olhos, ouvidos e nariz da vítima moribunda, e as aves de rapina rasgassem essas feridas. Além disso, era costume deixar o cadáver na cruz para ser devorado por animais predadores. No entanto, pela lei romana, a família dos condenados poderia levar o corpo para o sepultamento, após obter permissão do juiz romano.

- Para garantir que o condenado não sobrevivesse à crucificação, o corpo não era liberado para a família até que os soldados tivessem certeza da sua morte. Para garantir a morte na cruz, um dos soldados romanos perfurava o corpo com uma espada ou lança. Tradicionalmente, era desferido um golpe de lança no coração pelo lado direito do peito (“sangue e água”, derrame do pericárdio) - uma ferida fatal provavelmente ensinada à maioria dos soldados romanos.

- Com o conhecimento da anatomia e da crucificação, pode-se investigar os prováveis aspectos médicos dessa forma de execução lenta. Aparentemente, cada ferida tinha a intenção de produzir intensa agonia, e as causas físicas da morte eram inúmeras.

 

ASFIXIA (na Cruz):

- Para a expiração adequada, seria necessário levantar o corpo, empurrando os pés, flexionando os cotovelos e aduzindo os ombros. Essa manobra colocaria todo o peso do corpo nos tarsos e produziria dores abrasadoras. A flexão dos cotovelos causaria rotação dos pulsos em torno dos pregos de ferro, e causaria dores ardentes ao longo dos nervos medianos danificados. A elevação do corpo também esfregaria dolorosamente as costas açoitadas contra a madeira áspera da estaca. Cãibras musculares e parestesias dos braços estendidos e erguidos aumentariam o desconforto.

- Como resultado, cada esforço respiratório se tornaria agonizante e cansativo, levando eventualmente à asfixia. Por isso, a crucifratura poderia provocar morte em minutos.

O Verbo verbalizando dolorosamente na cruz:

- Cristo, o Verbo (Logos, João 1:1), verbalizou 7 vezes na cruz.

- Como o ato de falar ocorre durante a expiração, isto deve ter sido particularmente difícil e doloroso para o Senhor Jesus:

1) “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34)

2) “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23:43)

3) “Mulher, eis aí teu filho... Eis aí tua mãe” (Jo 19:26-27)

4)Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27:46; Sl 22:1). “Eloí” (Mc 15:34). *aramaico*

5) “Tenho sede!” (Jo 19:28; Sl 69:21)

6) “Está consumado!” (“Tetelestai”, Jo 19:30)

7) “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lc 23:46; Sl 31:5)

- Permanece incerto se Jesus morreu de ruptura cardíaca ou de insuficiência cardiorrespiratória.

 

 É impossível fazer “exumação” do cadáver, pois O SENHOR VIVE! 

 

[Manjedoura vazia, Túmulo vazio, Trono cheio (repleto) da glória de Deus!]

 

- “Claramente, o peso das evidências históricas e médicas indica que Jesus estava morto antes que a ferida ao seu lado fosse infligida e apoia a visão tradicional de que a lança, enfiada entre as costelas, provavelmente perfurou não apenas o pulmão direito, mas também o pericárdio e o coração e, assim, garantiu sua morte.” (JAMA)

O sofrimento vicário do Servo do SENHOR”, Isaías 52:13 a 53:12

 

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Um dom inefável 

(pr. Stephen Yuille)

O Infinito tornou-se finito. O Criador se tornou uma criatura. Ele (que fez todas as coisas a partir do nada) nasceu de uma mulher. Ele (a quem os céus não podem conter) estava contido no pequeno útero de uma mulher. O pão da vida estava com fome. A água da vida estava com sede. A maior descanso estava cansado. A maior alegria estava triste. A maior fúria e o maior favor se encontraram na cruz. O maior ódio e o maior amor se manifestaram na cruz. Infinita justiça foi satisfeita e infinita misericórdia foi garantida na cruz. Estamos enriquecidos por Sua pobreza, preenchidos por Seu vazio, exaltados por Sua desgraça, curados por Suas feridas, confortados por Sua dor, e justificados por Sua condenação. Graças a Deus pelo seu dom inefável!’ (2Co 9:15)”

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 Para assistir o vídeo deste estudo no Youtube:

astse.blogspot.com/2024/03/pascoa-ressurreicao-do-verbo-videos.html


29 março 2021

O vazio do túmulo

 

"Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda."
(1Coríntios 15:20-23)

Graças a Deus por Jesus Cristo!


07 março 2015

Aprendizado piedoso 107

"A ressurreição de Cristo teve características significativas. Em primeiro lugar, Ele ressuscitou como uma pessoa pública, permanecendo no lugar do Seu povo não apenas na morte, mas também na ressurreição. Consequentemente, quando Cristo ressuscitou, toda a igreja ressuscitou Nele (Efésios 2:6). Em segundo lugar, Cristo, por Seu próprio poder, ressuscitou a Si mesmo dos mortos (João 2:19; 10:18). Isto demonstrou que Ele não foi apenas homem, mas também verdadeiro Deus. Além disso, isto exibiu o poder de Cristo parar ressuscitar também a Sua igreja, da morte para a vida. Em terceiro lugar, Cristo ressuscitou com um terremoto. Isto foi para provar que ele não perdeu nenhum poder por causa da morte, mas que Ele ainda permanece o absoluto Senhor do céu e da terra, diante do qual a terra tremeu."

(Trecho traduzido do artigo "Cristianismo doutrinário – A ressurreição de Cristo e a nossa", de William Perkins, publicado na página 232 da revista “The Banner of Sovereign Grace Truth”, Vol. 22, No. 8, outubro de 2014)
http://hnrc.org/wp-content/uploads/2010/06/Oct-BSGT14-FINAL2-small-w-cover.pdf