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02 novembro 2020

Dia de finados

No dia 02/11, no Brasil é "celebrado" o "dia de finados", e pareceu oportuno compartilhar um texto bastante objetivo e esclarecedor do rev. Augustus Nicodemus sobre este assunto, publicado em seu Facebook, mas que também pode ser originalmente encontrado no blog "O Tempora O Mores!":

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Onde estão os finados?

2 de Novembro é "dia de finados" no Brasil. Boa oportunidade para se fazer a pergunta acima. Eu sei que a resposta óbvia é "enterrados no cemitério", mas eu me refiro à alma dos finados. A resposta bíblica pode ser resumida em alguns pontos, que não pretendem ser exaustivos, mas que representam o pensamento evangélico histórico e reformado sobre o que acontece após a morte. Não pretendo colocar aqui as referências bíblicas, que seriam muitas. Mas entendo que estou refletindo o que elas dizem sobre o assunto, depois de décadas de estudos no Novo Testamento.

1 - Imediatamente após a morte, as almas dos homens voltam a Deus. Seus corpos permanecem na terra, onde são destruídos. 

2 - As almas dos finados não caem em um estado de sono ou de inconsciência após a morte. 

3 - As almas dos salvos em Cristo Jesus entram em um estado de perfeita santidade e alegria, na presença de Deus, e reinam com Cristo, enquanto aguardam a ressurreição de seus corpos. 

4 - Esta felicidade não é impedida pela memória de suas vidas na terra, uma vez que agora eles consideram tudo à luz de perfeita vontade de Deus e do Seu plano perfeito. 

5 - Sua felicidade e salvação é somente pela graça de Deus. Eles não têm poder de interceder pelos vivos ou tornar-se mediadores entre eles e Deus. 

6 - As almas dos perdidos não são destruídas após a morte, mas entram em um estado de sofrimento consciente e de escuridão, tirados da presença de Deus, enquanto esperam o dia do julgamento. 

7 - Não há outros estados além destes dois após a morte. Não há qualquer base bíblica para a doutrina do purgatório e nem da reencarnação.

8 - Nem as almas dos salvos nem as dos perdidos podem voltar para a terra dos vivos após a morte. Todas os fenômenos considerados como a ação de almas desencarnadas deve ser atribuída à imaginação humana ou à ação de demônios.

A realidade da morte e da sobrevivência da alma deveria nos lembrar sempre das palavras de Jesus: "De que adiante ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"

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21 março 2020

Coronavirus: um vírus com "coroa"


É bem óbvio que a pandemia (epidemia em escala global) de coronavírus tem trazido muitas preocupações importantes com a saúde, prejuízos para os negócios e a economia, e preocupações com o futuro.
Contudo, na soberana providência de Deus, que tem domínio sobre todas as coisas, inclusive sobre o Coronavírus e sobre as nossas vidas, podemos observar também alguns efeitos benéficos neste processo todo, como por exemplo:

1) Muitas pessoas, mundo afora, têm se rendido ao Evangelho da Cruz e têm buscado ao Senhor Jesus Cristo como seu Salvador e Redentor, diante da perspectiva da ameaça letal de um pequeno organismo como um vírus "coroa" (significado de Coronavírus), que é cerca de 1.000 vezes menor do que o diâmetro de um fio de cabelo (ver o texto "Coronavírus: uma lição de humildade").

2) Por causa das recomendações sanitárias, muitas famílias estão se reunindo em suas casas por longos períodos de tempo e tendo que conviver mais tempo juntas, com a oportunidade riquíssima de voltar a ter comunhão, que inclusive talvez pudesse estar outrora perdida, principalmente por causa da vida moderna corrida, com os dispositivos eletrônicos, as redes sociais, os aplicativos de mensagens instantâneas, etc.

Vamos tentar, portanto, aproveitar este tempo em nossos respectivos lares, realizando as tarefas objetivas que estão sob a nossa responsabilidade, mas procurando dar menos atenção às notícias "em tempo real" ("minuto a minuto"), e talvez passando mais tempo lembrando e ensinando os nossos familiares, a partir das Escrituras, sobre o Deus verdadeiro que está vestindo a "coroa de glória" (Hebreus 2:9), depois de ter assumido também a nossa natureza humana (Mateus 1:23; João 1:14) e ter padecido e se compadecido de nós (Isaías 53:3; Hebreus 4:15-16), ao ponto de precisar vestir uma "coroa de espinhos" (João 19:1-3), no caminho para a Cruz do Calvário.

Soli Deo Gloria

02 novembro 2016

Finados

Hoje, no “dia de finados”, quero te perguntar, amigo(a), se você já pensou na sua própria "finitude"?

A Bíblia nos ensina sobre a efemeridade da vida:
“Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tiago 4:14)
“Quanto ao homem, os seus dias são como a relva; como a flor do campo, assim ele floresce; pois, soprando nela o vento, desaparece; e não conhecerá, daí em diante, o seu lugar” (Salmos 103:15-16)

A Bíblia também nos ensina que não existe “reencarnação”, mas que está ordenado aos seres humanos morrerem uma só vez:
“E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hebreus 9:27)

Não, a morte não é o fim, mas é apenas um caminho, uma passagem.
E só importa uma pergunta: você vai morrer “em Cristo” ou “sem Cristo”?
Esta é a pergunta definitiva, pois as implicações da resposta são de cunho eterno!

A fé Cristã é a fé na ressurreição. Veja o argumento lógico e racional do apóstolo Paulo em Corinto, na sua primeira carta aos Coríntios:
“Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?
E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.
Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.
Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.
Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.
Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.
E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.
Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.
O último inimigo a ser destruído é a morte.”
(1 Coríntios 15:12-26)

“O último inimigo a ser destruído é a morte” (1 Coríntios 15:26)
Será a morte da morte, o fim da morte, o dia de finados da morte!!!

Creia no Senhor Jesus Cristo ressurreto, e seja salvo!
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”
(João 3:16-17)

Louvado seja o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
A Ele, toda a glória, para sempre!

09 janeiro 2013

Aprendizado piedoso 36

"Um pastor de ovelhas escocês estava num vale, cuidando das suas ovelhas. Havia um trilho de trem que passava pelo vale, entre duas colinas. Na noite anterior, houve uma terrível tempestade, e os trilhos quebraram. Pela manhã, o jovem pastor de ovelhas viu aquela tragédia e correu em direção ao trem, que estava se aproximando do ponto onde os trilhos haviam se rompido, e tentou parar o trem, mas o condutor do trem mandou que ele saísse. Então ele jogou-se nos trilhos do trem, e o condutor acionou imediatamente os freios, que fez com que as pessoas que estavam dormindo sentissem o solavanco da freada, que as acordou do sono. Então todos saíram em direção à frente do trem, para saber o que teria acontecido, e viram o vale e os trilhos quebrados. Também observaram que o trem havia parado justamente a tempo de não descarrilar em um acidente fatal. Então, todos também viram o que sobrou do corpo daquele jovem pastor que jogou-se nos trilhos para parar o trem, e ficaram em silêncio. Ninguém falava uma palavra. Finalmente um homem mais velho falou: ‘aquele jovem...aquele jovem salvou a minha vida’...
...Não descanse até que você possa olhar para a cruz do calvário e dizer: ‘aquele homem ali...aquele homem ali salvou a minha vida’.”
(Joel Beeke, ilustração usada em pregação)