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18 junho 2024

Aprendizado HD


Na solidão involuntária do suplicante e didático Homem-Deus
Aprendo o valor da dádiva na oração pelos semelhantes meus
Na voluntária humilhação e sofrimento vicário do Homem-Deus
Encontro consolo e amparo para os necessários sofrimentos meus
Na humilde postura servil do empático e compassivo Homem-Deus
Busco inspiração para servir alegre e gentilmente os amados meus
Na manifestação amorosa e sacrificial do suficiente salvador Homem-Deus
Tenho a convicção crescente do perdão definitivo dos horrendos pecados meus
No senhorio real e governo soberano do majestoso e onipotente Homem-Deus
Descanso na providência contínua que engloba todos os acanhados projetos meus
Na absoluta sapiência e inalcançável sabedoria do onipresente e onisciente Homem-Deus
Fico maravilhado com o seu alcance e seu domínio sobre todas as esferas dos planos meus
Nas promessas alvissareiras e eternais do fiel e confiável Homem-Deus
Anseio pela oportunidade de conhecer, no seu rosto, os traços seus
Nas infindas e intermináveis eras e éons do eterno Homem-Deus
Viverei louvando e desfrutando junto com todos os irmãos meus
No sangue derramado na cruz em que foi pendurado o Homem-Deus
Tenho certeza e confiança na obra divina de graça para os filhos seus
Ei você... que também foi banhado pelo sangue redentor do Homem-Deus
Que tal se empenhar mais em compartilhar estas boas-novas com os ateus?

astse.blogspot.com


19 março 2023

EB4: Apologética Bíblica Evangelística

Texto base: 1Pe 3:15-16

“13Ora, quem é que vos há de maltratar, se fordes zelosos do que é bom?14Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados;15antes, santificai [hagiazo: consagrar/dedicar, separar/santificar] a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder [apologia: defesa verbal, discurso em defesa, afirmação ou argumento raciocinado] a todo aquele que vos pedir razão [logos] da esperança que há em vós,16fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo,17porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal.18Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (1Pe 3:13-18)

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 [“Não tenho fé suficiente para ser ateu”, Norman Geisler & Frank Turek]

- “É claro que as provas não substituem a fé, que é essencial para nossa salvação e comunhão com Deus. O estudo apologético também não desrespeita a nossa fé. Em vez disso, a enfatiza, qualifica, reforça e renova. Se não fosse assim, a Bíblia não diria ‘Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês’ (1Pe 3:15).”

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[“The Ultimate Proof of Creation”, Jason Lisle]

- Conhece a história sobre um homem que estava convencido de estar morto? O seu médico tentou convencê-lo de todas as formas que ele estava vivo, argumentando que um homem vivo, como ele, era capaz de andar e falar, mas o paciente insistia que poderia ser por causa de espasmos dos músculos após a morte clínica. O homem não se convencia que estava vivo. Finalmente, o médico perguntou para o paciente irredutível, se homens mortos sangravam, e a resposta do paciente foi que homens mortos não sangram. Então o doutor pegou uma agulha fina e furou o braço do homem, e uma gota de sangue começou a emergir. ‘Veja!’, disse o médico. O homem sangrando respondeu: ‘bem, parece que homens mortos também sangram!’

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Aforismos:

-  Declaração de Stephen Hawking (ateu, materialista): “Não existe céu ou vida após a morte [...] isto é um conto de fadas para pessoas com medo da escuridão”.

- Resposta de John Lennox (cristão, apologeta): “O ateísmo é um conto de fadas, para pessoas com medo da luz”.

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Ateus, Agnósticos, Antiteístas

- Ateus, atheus (latim), atheos (grego).

- Os próprios mártires cristãos foram acusados de serem “ateus”, por causa do seu monoteísmo, ou seja, por não adorarem aos deuses dos panteões da época, principalmente por não adorarem ao auto-intitulado divino Kaiser kyrios.

- A declaração dos cristãos é: Christos kyrios (Fp 2:11)

- Agnósticos (agnostos) dizem ser impossível chegar ao conhecimento de Deus.

- O antagonismo a Deus é recente ou antigo? “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação [ou iniquidade]; já não há quem faça o bem” (Sl 14:1 [ou 53:1]).

- Na verdade, devemos considerar que existem antiteístas, segundo Rm 1:18-23, especialmente o v.20, “os atributos invisíveis de Deus... claramente se reconhecem”. Os auto-denominados ateus ou agnósticos sabem que Deus existe, “por meio das coisas criadas”, e “são, por isso, indesculpáveis”, mas, segundo o v.21, “não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças”, e “se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato”. No v.22, “Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos”.

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Conclusão e Aplicações

1) Apologética Bíblica Evangelística:

“O motivo pelo qual os cristãos são colocados na posição de apresentar a razão da esperança que neles há é que nem todos os homens têm fé. Porque há um mundo a ser evangelizado (homens que não são convertidos), há a necessidade de que o crente defenda sua fé: evangelismo conduz naturalmente à apologética. Isso indica que apologética não é mera questão de “duelo intelectual”; é uma séria questão de vida e morte — vida e morte eterna! O apologeta que falha em perceber a natureza evangelística de sua argumentação é cruel e arrogante. Cruel porque ignora a principal carência de seu oponente, e arrogante porque está mais preocupado em demonstrar que ele não é um tolo acadêmico do que em mostrar que toda glória pertence ao gracioso Deus de toda a verdade... Evangelismo nos faz lembrar quem somos (pecadores salvos pela graça) e do que carecem nossos oponentes (conversão de coração, não apenas proposições modificadas). Acredito, portanto, que a natureza evangelística da apologética nos indica a necessidade de adotar uma defesa pressuposicional da fé. Em contraste a essa abordagem se colocam os vários sistemas de argumentação autônoma neutra.”

[“Evangelismo e Apologética”, Greg L. Bahnsen]

2) Como responder a um “insensato”:

- Pv 26:4-5 (aparente contradição, segundo os críticos da Bíblia).

- No v.4, você deve negar a cosmovisão do insensato no seu coração e publicamente, em primeiro lugar, para não se tornar semelhante a ele.

- No v.5, você deve falar para o insensato: “vamos simular por um instante a sua cosmovisão e levar às últimas consequências, para ver o que acontece”, e aí mostrar que a conclusão lógica da sua cosmovisão é uma total incoerência, nulidade e loucura (Rm 1:22, “Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos”).

- Exemplo de aplicação do v.5: se a mente humana é feita somente de matéria e energia (segundo a cosmovisão materialista ou naturalista), e evoluiu apenas de processos não guiados de seleção natural (sem uma inteligência por trás), então os pensamentos em nossa mente não devem ser mais do que um conjunto de disparo de sinapses (estímulos nervosos), ou seja, puras reações químicas acontecendo no cérebro. Portanto, porquê deveríamos acreditar em qualquer pensamento produzido por nosso cérebro, se eles são apenas o resultado de reações químicas? Se você soubesse que o seu computador ou celular (hardware) foi montado de forma aleatória, não guiada (por inteligência), você teria alguma confiança em utilizá-lo (usar os programas ou aplicativos instalados nele) para criar qualquer resultado? Imagine a nossa mente? Um sentimento de amor seria apenas um conjunto de reações químicas de um certo tipo? Um sentimento de ódio, de outro tipo?

3) Significado, propósito, liberdade e entendimento:

“É estranhamente inadequado começar confessando que Deus tem grande significado para a minha vida, não porque meu coração hesita em afirmar isso como verdade, — ele o faz instintivamente a cada batida — mas porque toda a noção de ‘ter significado’ e a realidade existencial de ‘viver’ não possui sentido sem Deus. Assim, não é suficiente confessar que Deus tem grande significado para a minha vida, como se Deus pudesse ser mais um entre muitas coisas dentro da vida que são significativas para mim, como uma pessoa. É somente por causa de Deus que tenho vida, e uma vida que tem sentido. Sem, de forma alguma, perder de vista a tremenda distinção entre Criador e criatura, gostaria antes de dizer que Deus é o meu significado e Deus é minha vida... Com as simples e poucas palavras que tenho, então, diria que Deus sempre foi para mim uma presença santa e inescapável (cf. o testemunho de Davi no Salmo 139). Deus tem sido uma fonte secreta de aceitação e perdão pessoal, quando às vezes havia dúvidas sobre qualquer fonte humana para isso. Deus tem sido uma força estabilizadora bem como o fogo do entusiasmo, quer nas situações negativas de adversidades, ou em tempos positivos de oportunidade. Deus tem sido meu ideal de perfeição moral e assim, tanto uma repreensão constante para minha carência de sua glória como um guia gentil na direção correta. Deus tem sido o governador soberano e incompreensível de cada detalhe da minha vida – algo que tem (ironicamente para aqueles que rejeitam tal descrição dele) me enchido de um senso de liberdade e entendimento.”

[“Meu Senhor e Minha Vida”, Greg L. Bahnsen]

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Mensagem final de encorajamento:


“Na contemplação de Cristo existe um bálsamo para cada ferida; na meditação sobre o Pai, há consolo para todas as tristezas, e na influência do Espírito Santo, alívio para todas as mágoas. Você quer esquecer sua tristeza? Quer livrar-se de seus cuidados? Então, vá, atire-se no mais profundo mar da divindade; perca-se na sua imensidão, e sairá dele completamente descansado, reanimado e revigorado. Não conheço coisa que possa confortar mais a alma, acalmar as ondas da tristeza e da mágoa, pacificar os ventos da provação que a meditação piedosa a respeito da divindade.”

(C.H. Spurgeon, com 20 anos de idade, citado em “Conhecimento de Deus”, J.I. Packer)

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Etimologia (inglês): “apologize” à “desculpar-se”

https://www.etymonline.com/word/apologize#etymonline_v_26406

- apologize (v.)

1590s, "to speak in defense of"; see apology + -ize. The sense of "regretfully acknowledge" (“infelizmente reconheço”) is attested by 1725. The Greek equivalent, apologizesthai, meant simply "to give an account". Related: Apologized; apologizing; apologizer.

- apology (n.)

early 15c., "defense, justification", from Late Latin apologia, from Greek apologia "a speech in defense", from apologeisthai "to speak in one's defense", from apologos "an account, story", from apo "away from, off" (see apo-) + logos "speech" (see Logos).

In classical Greek, "a well-reasoned reply; a 'thought-out response' to the accusations made" (“uma resposta bem fundamentada; uma 'resposta pensada' às acusações feitas”), as that of Socrates. The original English sense of "self-justification" (“autojustificação”) yielded a meaning "frank expression of regret for wrong done" (“expressão franca de arrependimento pelo mal feito”), attested by 1590s, but this was not the main sense until 18c. In Johnson's dictionary it is defined as "Defence; excuse," and adds, "Apology generally signifies rather excuse than vindication, and tends rather to extenuate the fault, than prove innocence" (Apology “geralmente significa mais ‘desculpa’ do que ‘vindicação’, e tende mais a atenuar a falta do que provar a inocência”), which might indicate the path of the sense shift. The old sense has since tended to go with the Latin form apologia (1784), a word known from early Christian writings in defense of the faith.

< Arquivo em PDF >


21 maio 2022

Na fila do Céu

Estou na fila do Céu!
Enquanto não for chamado, faço duas coisas:
1) Organizar a fila (trabalhando na Igreja);
2) Chamar outros tantos para entrar na fila (evangelizando).
Queria logo ser chamado, mas estou feliz trabalhando na fila!!!
(pr. Naziaseno Torres)


25 março 2019

Muitas vozes

Fiz uma pesquisa com pessoas experientes em música, como por exemplo em ministério de louvor em igrejas, se seria possível um ouvido bem treinado distinguir uma voz no meio de uma sinfonia (neste caso, a voz de um instrumento) ou de um coral, e as respostas foram convergentes. Essencialmente, o que eles responderam foi que é possível um ouvido bem treinado, como o de um maestro regente ou mesmo o de um ouvinte na plateia, reconhecer ou distinguir um determinado grupo de instrumentos em uma sinfonia ou uma camada de vozes em um coral, em uníssono. Me disseram que é possível, até mesmo, distinguir uma voz única que “tivesse características próprias de timbre, vibratos ou melismas, que a diferenciasse da maioria”.
A cada dia que passa, o mundo está emitindo cada vez mais vozes atrativas, que tem capturado a atenção dos filhos e filhas de Deus, prendendo e estimulando sua curiosidade para questões, na melhor das hipóteses, secundárias e mesmo irrelevantes para o avanço do Reino de Deus. O problema maior é que, na pior das hipóteses, estas questões não são secundárias, mas são até mesmo opostas ou contrárias ao avanço do Reino de Deus ou ao cumprimento da vontade de Deus para a vida destes filhos ou filhas de Deus.
Para falar de apenas um dos exemplos destas vozes, é a tecnologia, particularmente a tecnologia da informação (TI), que tem sido um grande chamariz da atenção de crianças, jovens e adultos de diferentes idades, por causa do grande apelo e utilidade dos aparelhos e dispositivos que utilizamos no dia-a-dia, como smartphones, tablets, smartv, computadores, etc. A TI é uma voz atrativa em si mesma, pois constitui toda uma área de desenvolvimento na ciência e engenharia da computação, mas certamente tem aplicações em virtualmente todas as áreas da ciência e do conhecimento. Contudo, a TI também acaba sendo, através do uso de dispositivos tecnológicos, uma porta de entrada para conteúdos de conhecimento e cultura, através do acesso a redes e mídias sociais, vídeos, blogs, broadcasts, etc. Em outras palavras, a TI acaba sendo também um meio que dá acesso ao conteúdo, da mesma forma que a fé é um meio para a graça, assim como um canudo é um meio para beber a água (ver texto http://astse.blogspot.com/2019/03/justificacao-pela-fe-somente.html).
Não estou querendo dizer, com isso, que não devemos utilizar TI. Muito pelo contrário, pois eu mesmo utilizo, e muito! Acho que TI pode e deve ser utilizada, assim como tudo que Deus permitiu que o homem criasse, para a Sua própria glória, desde que seja usado com sabedoria e prudência, com a finalidade de instrução do Seu povo e pensando no avanço do Reino de Deus nessa terra, atendendo ao chamado que o próprio Senhor nos comissionou (Mateus 28:18-20).
É importante lembrar também das palavras de sabedoria de Salomão, para escutar a sua voz: “Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca” (Provérbios 5:7).
Nós precisamos, como embaixadores de Cristo, ser sal da terra e luz do mundo (Mateus 5:13-14) e proclamar aos quatro cantos desta terra que existe um Salvador misericordioso, com uma voz gentil chamando “vinde a mim” (ver texto http://astse.blogspot.com/2019/03/palavra-viva-9.html). E a TI pode certamente ser utilizada como ferramenta extremamente útil para cumprir esta comissão de espalhar o Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo.

Aqui precisamos fazer duas perguntas importantes:
1) Será que temos vivido o Evangelho da cruz de Cristo antes de anunciá-lo ao próximo? “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco” (Filipenses 4:9).
2) Meus irmãos, será que temos deixado o aroma suave de Cristo (Efésios 5:1-2) em nossas interlocuções? No contato com nossos interlocutores, nas redes sociais, nos grupos de discussão do Whatsapp, nos e-mails, no facebook, etc. Será que “deixar o perfume de Cristo” tem sido a nossa marca registrada, em nossos diálogos e contatos por meio da TI?

Podemos seguir a receita e instrução do apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo:
“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4:4-8).
Neste texto, a palavra “moderação”, que aparece no verso 5 significa também “gentileza”, no original. Portanto, diz a Palavra, seja a vossa “gentileza” conhecida de todos os homens, por exemplo, por meio da nossa voz consciente em nossos contatos através de TI. “Perto está o Senhor”. A necessidade de proclamação do Evangelho é premente, cada vez mais urgente!
 
No meio de tantas vozes ativas deste mundo, nós, como ovelhas deste Salvador gentil, precisamos ouvir atentamente e identificar a sua voz: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” (João 10:27). Para isso, precisamos desenvolver nossa “audição espiritual”, como um músico bem treinado, para escutarmos este timbre que se diferencia da multidão de vozes. Ele é o “bom pastor”, que conhece suas ovelhas, e elas o conhecem (João 10:14).
 
Que a graça e a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja sobre todos nós, hoje e sempre!

Prof. Marcelo Zaldini Hernandes
Depto. Ciências Farmacêuticas - UFPE
Soli Deo Gloria