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05 abril 2026

Páscoa: a suficiência do sangue do Cordeiro

"A instituição da Páscoa" (Êxodo 12)

D.A. Carson

*Transcrição e Tradução:
"Imagine dois judeus chamados Smith e Brown [nomes fictícios usados nessa ilustração de D.A. Carson] na véspera da primeira Páscoa judaica (ver Êx 12), conversando um pouco, na terra de Gósen (ver Êx 8:22; 9:26). 
- Smith diz para Brown: 'Rapaz, você não está um pouco nervoso com o que vai acontecer esta noite?'
- Brown responde: 'Bem, Deus nos disse o que fazer por meio de Seu servo Moisés. Você não precisa ficar nervoso. Você já não sacrificou o cordeiro, e ungiu os batentes (vergas ou umbrais) da porta com sangue, e não colocou o sangue na verga? Você já fez isso? Pois você já está pronto, e com tudo arrumado para ir [saída do Egito, ver Êx 12:11-12]. Vai comer a refeição completa da Páscoa com a sua família?'
- Smith responde a Brown: 'Claro que sim. Não sou estúpido. Mas ainda é bastante assustador, quando você pensa em todas as coisas que aconteceram por aqui recentemente. As moscas (quarta praga; Êx 8:20-32), e o rio se transformando em sangue (primeira praga; Êx 7:14-25). É horrível! E agora, há a ameaça de os primogênitos serem mortos. Está tudo bem para você. Você tem três filhos. Eu só tenho um. Amo o meu filho Charlie, e o anjo da morte estará passando por aqui esta noite (ver Êx 12:12-13). Eu sei o que Deus disse. Eu coloquei o sangue lá (vergas da porta), mas é bem assustador! Ficarei feliz quando esta noite terminar.'
- Brown responde: 'Que venha! Confio nas promessas de Deus!'
[D.A. Carson continua...] Naquela noite, o anjo da morte varreu a terra. Qual deles (Smith ou Brown) perdeu seu filho? E a resposta, claro, é esta: nenhum dos dois [perdeu seu primogênito] (ver Êx 12:27 e Hb 11:28). A morte não passou por eles com base na intensidade ou na clareza da sua fé, mas sim com base no sangue do Cordeiro. É isso que silencia o acusador [Satanás, ver Ap 12:10 e Zc 3:1]. O sangue silencia o 'acusador dos irmãos' [Ap 12:10], quando ele nos acusa diante de Deus. Ele [o acusador] silencia nossas consciências, quando nos acusa diretamente. Quantas vezes nos contorcemos, em agonia, perguntando se Deus pode nos amar o suficiente, se Deus pode cuidar de nós o suficiente, depois de termos feito coisas tão estúpidas, pecaminosas e rebeldes, depois de sermos cristãos por 40 anos? O que você vai dizer [diante de Deus]? 'Bem, Deus, eu me esforcei muito, sabe? Fiz o meu melhor. Foi em um momento de fraqueza [que eu pequei]'... Não, não, não, não! Não tenho outro argumento [diante de Deus]. Não preciso de outras súplicas. Basta [a verdade] que Jesus morreu, e morreu por mim! Nós o vencemos [o acusador] pelo sangue do Cordeiro. Ali está o fundamento de toda a segurança [para a salvação] humana, diante de Deus. Ali está o fundamento da nossa fé... não na garantia da intensidade da [nossa] fé, tão inconstantes que somos. Não é a intensidade da nossa fé, mas o objeto da nossa fé que salva. Eles o venceram [o acusador] pelo sangue do Cordeiro."

*Nota: transcrição automática do áudio (no vídeo) para texto com turboscribe.ai e tradução automática com google translator, com uma revisão adicional.

**Observação: caros(as) leitores(as), este é, acima de tudo, um texto de encorajamento, da parte do Senhor, para aqueles que estão vacilantes na fé. Eu, particularmente, me identifiquei muito mais com o personagem Smith, o irmão acanhado que demonstrou uma fé titubeante, sem intensidade, mas ainda assim, uma fé verdadeira e centrada no Senhor.

Louvado seja sempre o Senhor Jesus, Autor e Consumador da nossa fé (Hb 12:2).

09 dezembro 2025

Poema: "Ôh, ema!"

"Ema, ema, ema. Cada um com seu problema."

Ôh, ema! Não seja tão egoísta e indiferente!
E reconhece que não dá para viver contente...
Enquanto tem alguém que sofre ao lado da gente...
Ao invés disso, procura manifestar este amor latente!

Ôh, ema! Deixa o Cordeiro redimir este egoísta coração...
Que teima em viver para si mesmo, evitando tribulação...
Enquanto o Cordeiro padeceu por nós, jamais em vão...
Suportando angústias, e ressuscitando como Leão (Ap 5:5).

Ôh, ema! Procure se importar com a ovelha "errante"...
Que também pasta, contigo, em pasto verdejante (Sl 23).
Deixe o Pastor dos pastores guiar pelo "vale inebriante",
Entre adversários e o Tentador (Mt 4:3). Segue confiante!

Ôh, ema! Exercita uma profunda e contínua gratidão...
No "rinoceronte" bravio do inquieto e revolto coração.
Assim, mesmo nesta "selva" da nossa decaída condição.
Exalta o Benevolente Senhor, digno de toda a nossa adoração!

Senhor Jesus, Cordeiro e Leão, recebe toda a glória, por tudo, sempre!



05 junho 2024

Hino: "Jesus pagou por tudo"

1 Ouço o Salvador dizer:
"Tua força realmente é pequena,
Filho da fraqueza, vigie e ore,
Encontre em Mim o seu tudo."

Refrão:
Jesus pagou por tudo,
Tudo a Ele eu devo;
O pecado deixou uma mancha carmesim,
Ele o lavou até branco como a neve ficar.

2 Senhor, agora realmente percebo
Teu poder, e somente o Teu,
Pode mudar as manchas do leproso
E derreter o coração de pedra. [Refrão]

3 Pois nenhum bem eu faço
Por meio da Tua graça devo reivindicar
Vou lavar minhas vestimentas até embranquecer
No sangue do Cordeiro do Calvário. [Refrão]

4 E quando, diante do trono,
Eu estiver Nele completo,
"Jesus morreu para minha alma salvar"
Meus lábios ainda repetirão. [Refrão]

[Jesus Paid It All, Elvina M. Hall (1865)]

*Algumas interpretações deste hino podem ser encontradas nos links abaixo:

https://youtu.be/Hs05AtP2wd8

https://youtu.be/Ymkl0t0FOcw


31 março 2024

Páscoa: a ressurreição do Verbo (vídeos)

 

(https://www.youtube.com/watch?v=N6cRmlIuk7M)

Instagram:

https://www.instagram.com/p/C5DdMmqu9t1/

https://www.instagram.com/reel/C5JI0O_Orxh/

 *Vídeos baseados no texto "Páscoa: a ressurreição do Verbo"

 *Gratidão a Deus por ter usado a instrumentalidade do amigo e irmão Higor Cayo, na gravação e edição destes vídeos.

Glória somente a Deus, por tudo, sempre!


29 março 2024

Páscoa: a ressurreição do Verbo

Como foi a última páscoa de Jesus, o "Cordeiro pascal" [1Co 5:7] 

“Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles? E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor. Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos. Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.” (1Coríntios 15:29–34)

*Referências:     

- “Em defesa de Cristo” (“The case for Christ”), Lee Strobel.

- “On the Physical Death of Jesus Christ”, Journal of American Medical Association (JAMA), 1986.

- “Quando tomados em conjunto certos fatos - o extenso e precoce testemunho de ambos os proponentes e oponentes cristãos, e sua aceitação universal de Jesus como uma verdadeira figura histórica, a ética dos escritores do evangelho e o pequeno intervalo de tempo entre os eventos e os manuscritos existentes, e a confirmação dos relatos do evangelho por historiadores e achados arqueológicos - isso garante um testemunho confiável a partir do qual uma moderna interpretação médica da morte de Jesus pode ser feita.” (JAMA)

 

PÁSCOA (em Jerusalém):

- “E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa [pascha], antes do meu sofrimento [paschō]” (Lc 22:15).

- Depois da Última Ceia na Páscoa com os seus discípulos em Jerusalém, eles viajavam para o “Monte das Oliveiras” (Getsêmani).

- No Gethsemane (“lagar de azeite”, em aramaico), Lucas (médico) registra que Jesus sofreu hematidrose (ou hemohidrose). Fenômeno raro  de sangue no suor, como resultado de uma hemorragia de veias capilares nas glândulas sudoríparas, tornando a pele frágil. A perda de sangue deve ter sido mínima, mas numa noite fria (jardim/monte das oliveiras), deve ter causado arrepios/calafrios no Senhor Jesus.

- “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.” (Sl 23:5)

 

JULGAMENTOS:

- Jesus foi preso no Getsêmani, e levado a Anás e a Caifás (sumo sacerdote daquele ano), para o julgamento judeu perante o Sinédrio, e foi considerado culpado de “blasfêmia”. Os guardas vendaram Jesus, cuspiram nele e o atingiram no rosto com os punhos: “vendando-lhe os olhos, diziam: Profetiza-nos: quem é que te bateu?” (Lc 22:64)

- Incredulidade (pecado):“Se tu és o Cristo, dize-nos. Então, Jesus lhes respondeu: Se vo-lo disser, não o acreditareis; também, se vos perguntar, de nenhum modo me respondereis” (Lc 22:67-68)

- Jesus foi levado para o Pretório na Fortaleza Antônia, a residência de Pôncio Pilatos, o governador da província romana da Judéia. Contudo, Jesus não foi apresentado a Pôncio Pilatos como um blasfemo, mas como um auto-declarado rei (Acusação de Sedição), que iria ameaçar a autoridade romana. Pilatos não fez acusações contra Jesus, e o enviou a Herodes Antipas (tetrarca da Judéia), que também não fez acusações formais contra Jesus, e o devolve para Pilatos. Apesar de Pilatos não encontrar motivos para acusar Jesus, o povo demandava pela sua crucificação, e Pilatos finalmente os atendeu, entregando Jesus para ser açoitado (na “flagelação”) e crucificado.

 

FLAGELAÇÃO:

- O açoitamento era uma pena legal preliminar para toda execução romana, e apenas mulheres e senadores ou soldados romanos (exceto em casos de deserção) eram isentos. O instrumento usual era um chicote curto (flagelo ou “flagellum”), com várias tiras (de comprimentos variáveis) de couro trançado, nas quais pequenas bolas de ferro ou pedaços afiados de ossos de ovelhas eram amarrados em intervalos. O objetivo era enfraquecer a vítima para um estado físico pouco antes do colapso ou da morte. Após o flagelação, os soldados frequentemente insultavam a vítima.

- À medida que o açoitamento continuava, as bolas de ferro causavam contusões profundas e as tiras de couro e ossos de ovelha cortavam a pele e os tecidos subcutâneos. As lacerações rasgavam os músculos esqueléticos subjacentes, produzindo tiras trêmulas de carne sangrando.

- Jesus foi severamente agredido (açoitado) no Pretório. Os soldados romanos, divertidos com o fato desse homem enfraquecido ter reivindicado ser rei, zombaram dele, colocando uma túnica nos ombros, uma coroa de espinhos na cabeça e um bastão de madeira (caniço), como se fosse um cetro na mão direita. E então, cuspiram em Jesus e o atingiram na cabeça com o bastão de madeira (Mt 27:27-31).

“Não quebrará o caniço rachado, não apagará o pavio fumegante”(Mt 12:20 - NVI; Is 42:3)

 

CRUCIFICAÇÃO:

- É provável que a prática da crucificação começou entre os persas. Alexandre, o Grande, introduziu a prática no Egito e em Cartago, e os romanos parecem ter aprendido com os cartagineses. Em sua forma primitiva, na Pérsia, a vítima era amarrada a uma árvore ou empalada em um poste vertical, geralmente para impedir que os pés da vítima culpada tocassem o solo sagrado. “Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êx 3:5)

- Os Romanos não “inventaram” a crucificação, mas a aperfeiçoaram como uma forma de tortura e pena de morte brutal, projetada para ser lenta e com o máximo de dor e sofrimento.

- A crucificação era um dos métodos mais vergonhosos e cruéis de execução, normalmente reservado apenas para escravos, estrangeiros, revolucionários e os mais vis dos criminosos. A lei romana geralmente protegia os cidadãos romanos da crucificação, exceto talvez no caso de deserção pelos soldados.

- O Titulus da rendição (condenação) de Jesus, com nome e crime: “Jesus de Nazaré, rei dos judeus” (escrito em hebraico, latim, grego - Jo 19:20).

- Era habitual que o condenado carregasse sua própria cruz do local do açoitamento até o local da crucificação, fora da cidade.

- Como o peso da cruz inteira era provavelmente mais de 136 kg (300 lb), apenas a barra horizontal era transportada. O patíbulo, pesando 34 a 57 kg (75 a 125 lb) era colocado na nuca da vítima e equilibrado ao longo dos dois ombros. Geralmente, os braços estendidos eram amarrados à trave.

- Fora das muralhas da cidade ficava permanentemente as pesadas estacas de madeira verticais, nas quais o patíbulo seria fixado. No caso da Cruz Tau (T), isso seria realizado por meio de uma junta de encaixe, com ou sem reforço de cordas.

- No local da execução, por lei, a vítima recebia uma bebida amarga de vinho misturada com mirra (fel), para servir como um analgésico moderado (não por misericórdia, para para prolongar o “espetáculo”). A bebida servia para suportar a dor, mas Jesus não tomou (Mc 15:23).

- O condenado era então jogado no chão de costas, com os braços estendidos ao longo do patíbulo. As mãos eram pregadas ou amarradas à trave (patíbulo).

“Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei” (Tomé – Dídimo, Jo 20:25).

- Os restos arqueológicos de um corpo crucificado, encontrados em um ossuário perto de Jerusalém e datando da época de Cristo, indicam que os pregos eram espigões de ferro cônico de aproximadamente 13 a 18 cm (5 a 7 polegadas) de comprimento, com um eixo quadrado de 1 cm (3/8 de polegada) de diâmetro. [Ponteira/Talhadeira]



- Os soldados e a multidão civil frequentemente insultavam e zombavam do condenado, e os soldados costumavam dividir as roupas do condenado entre si: “Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes” Mt 27:35; Mc 15:24; Lc 23:34; Jo 19:24 à Sl 22:18

- O tempo de sobrevivência do condenado na cruz era tipicamente de poucas horas, dependendo da gravidade da flagelação/açoitamento.

- Mesmo que a flagelação/açoitamento fosse “moderado”, os soldados romanos poderiam acelerar a morte quebrando as pernas abaixo dos joelhos (crucifratura).

- Não era incomum que insetos pousassem nas feridas abertas ou nos olhos, ouvidos e nariz da vítima moribunda, e as aves de rapina rasgassem essas feridas. Além disso, era costume deixar o cadáver na cruz para ser devorado por animais predadores. No entanto, pela lei romana, a família dos condenados poderia levar o corpo para o sepultamento, após obter permissão do juiz romano.

- Para garantir que o condenado não sobrevivesse à crucificação, o corpo não era liberado para a família até que os soldados tivessem certeza da sua morte. Para garantir a morte na cruz, um dos soldados romanos perfurava o corpo com uma espada ou lança. Tradicionalmente, era desferido um golpe de lança no coração pelo lado direito do peito (“sangue e água”, derrame do pericárdio) - uma ferida fatal provavelmente ensinada à maioria dos soldados romanos.

- Com o conhecimento da anatomia e da crucificação, pode-se investigar os prováveis aspectos médicos dessa forma de execução lenta. Aparentemente, cada ferida tinha a intenção de produzir intensa agonia, e as causas físicas da morte eram inúmeras.

 

ASFIXIA (na Cruz):

- Para a expiração adequada, seria necessário levantar o corpo, empurrando os pés, flexionando os cotovelos e aduzindo os ombros. Essa manobra colocaria todo o peso do corpo nos tarsos e produziria dores abrasadoras. A flexão dos cotovelos causaria rotação dos pulsos em torno dos pregos de ferro, e causaria dores ardentes ao longo dos nervos medianos danificados. A elevação do corpo também esfregaria dolorosamente as costas açoitadas contra a madeira áspera da estaca. Cãibras musculares e parestesias dos braços estendidos e erguidos aumentariam o desconforto.

- Como resultado, cada esforço respiratório se tornaria agonizante e cansativo, levando eventualmente à asfixia. Por isso, a crucifratura poderia provocar morte em minutos.

O Verbo verbalizando dolorosamente na cruz:

- Cristo, o Verbo (Logos, João 1:1), verbalizou 7 vezes na cruz.

- Como o ato de falar ocorre durante a expiração, isto deve ter sido particularmente difícil e doloroso para o Senhor Jesus:

1) “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34)

2) “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23:43)

3) “Mulher, eis aí teu filho... Eis aí tua mãe” (Jo 19:26-27)

4) “Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27:46; Sl 22:1). “Eloí” (Mc 15:34). *aramaico*

5) “Tenho sede!” (Jo 19:28; Sl 69:21)

6) “Está consumado!” (“Tetelestai”, Jo 19:30)

7) “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lc 23:46; Sl 31:5)

- Permanece incerto se Jesus morreu de ruptura cardíaca ou de insuficiência cardiorrespiratória.

 

 É impossível fazer “exumação” do cadáver, pois O SENHOR VIVE! 

 

[Manjedoura vazia, Túmulo vazio, Trono cheio (repleto) da glória de Deus!]

 

- “Claramente, o peso das evidências históricas e médicas indica que Jesus estava morto antes que a ferida ao seu lado fosse infligida e apoia a visão tradicional de que a lança, enfiada entre as costelas, provavelmente perfurou não apenas o pulmão direito, mas também o pericárdio e o coração e, assim, garantiu sua morte.” (JAMA)

“O sofrimento vicário do Servo do SENHOR”, Isaías 52:13 a 53:12

 

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“Um dom inefável”  

(pr. Stephen Yuille)

“O Infinito tornou-se finito. O Criador se tornou uma criatura. Ele (que fez todas as coisas a partir do nada) nasceu de uma mulher. Ele (a quem os céus não podem conter) estava contido no pequeno útero de uma mulher. O pão da vida estava com fome. A água da vida estava com sede. A maior descanso estava cansado. A maior alegria estava triste. A maior fúria e o maior favor se encontraram na cruz. O maior ódio e o maior amor se manifestaram na cruz. Infinita justiça foi satisfeita e infinita misericórdia foi garantida na cruz. Estamos enriquecidos por Sua pobreza, preenchidos por Seu vazio, exaltados por Sua desgraça, curados por Suas feridas, confortados por Sua dor, e justificados por Sua condenação. ‘Graças a Deus pelo seu dom inefável!’ (2Co 9:15)”

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 Para assistir o vídeo deste estudo no Youtube:

astse.blogspot.com/2024/03/pascoa-ressurreicao-do-verbo-videos.html


03 abril 2021

Páscoa: coelhinho ou Cordeiro?

 

"Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento."
(Lucas 22:14-15)

Neste texto, particularmente no verso 15, quando o Senhor Jesus disse que estava desejando ansiosamente comer "esta Páscoa, antes do meu sofrimento", são usadas 2 palavras no original (grego), para "Páscoa" e "sofrimento", que são muito parecidas:
- "Páscoa": πάσχα pascha
- "sofrimento": πάσχω paschō

A morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo é um dos eventos mais certificados em toda a história da humanidade, através de evidências históricas, arqueológicas, literárias, etc. Para consultar as referências, verificar obras na área de Apologética Cristã, de autores como Norman Geisler (“Não tenho fé suficiente para ser ateu”, “Enciclopédia de Apologética”), Josh McDowell (“Evidência que exige um veredito”, “Mais que um Carpinteiro”), Lee Strobel (“Em defesa de Cristo”), etc.

O apóstolo Paulo escreve:
"Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado."
(1 Coríntios 5:7b)

O verdadeiro significado da Páscoa  está relacionado com um Cordeiro que foi morto, e não com um coelhinho de chocolate.

Que este significado verdadeiro impacte sua percepção da realidade.

Saudações cordiais cristãs.

(Adaptado a partir do post http://astse.blogspot.com/2020/04/pascoa-exodos-exit.html)


11 abril 2020

Evangelho visual 49


"Vi, na mão direita daquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos. Vi, também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos? Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem mesmo olhar para ele; e eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele. Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos. Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto." (Apocalipse 5:1-6)

Ver uma postagem do texto de Isaías 53 neste link:
http://astse.blogspot.com/2020/04/evangelho-visual-48.html

Ver uma postagem relacionada ao "Cordeiro pascal" neste link:
http://astse.blogspot.com/2020/04/pascoa-exodos-exit.html


Evangelho visual 48


"Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR? Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.  Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.
 Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos. Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si. Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu." (Isaías 53)

Ver outra versão desta figura da cruz com o texto de Isaías 53 neste link:

Ver outra postagem relacionada à Páscoa neste link:

Outras versões desta figura da Cruz com o texto de Isaías 53 abaixo:



27 dezembro 2012

Evangelho visual 22


"No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo."
(João 1:29) 

"E disse-me um dentre os anciãos: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, venceu para abrir o livro e romper os sete selos."
(Apocalipse 5:5)