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Páscoa (2025)
31 março 2024
Páscoa: a ressurreição do Verbo (vídeos)
(https://www.youtube.com/watch?v=N6cRmlIuk7M)
Instagram:
https://www.instagram.com/p/C5DdMmqu9t1/
https://www.instagram.com/reel/C5JI0O_Orxh/
*Vídeos baseados no texto "Páscoa: a ressurreição do Verbo"
*Gratidão a Deus por ter usado a instrumentalidade do amigo e irmão Higor Cayo, na gravação e edição destes vídeos.
Glória somente a Deus, por tudo, sempre!
29 março 2024
Páscoa: a ressurreição do Verbo
Como foi a última páscoa de Jesus, o "Cordeiro pascal" [1Co 5:7]
“Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles? E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora? Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor. Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos. Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.” (1Coríntios 15:29–34)
*Referências:
- “Em defesa de Cristo” (“The case for Christ”), Lee Strobel.
- “On the Physical Death of Jesus Christ”, Journal of American Medical Association (JAMA), 1986.
- “Quando tomados em conjunto certos fatos - o extenso e precoce testemunho de ambos os proponentes e oponentes cristãos, e sua aceitação universal de Jesus como uma verdadeira figura histórica, a ética dos escritores do evangelho e o pequeno intervalo de tempo entre os eventos e os manuscritos existentes, e a confirmação dos relatos do evangelho por historiadores e achados arqueológicos - isso garante um testemunho confiável a partir do qual uma moderna interpretação médica da morte de Jesus pode ser feita.” (JAMA)
PÁSCOA (em Jerusalém):
- “E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa [pascha], antes do meu sofrimento [paschō]” (Lc 22:15).
- Depois da Última Ceia na Páscoa com os seus discípulos em Jerusalém, eles viajavam para o “Monte das Oliveiras” (Getsêmani).
- No Gethsemane (“lagar de azeite”, em aramaico), Lucas (médico) registra que Jesus sofreu hematidrose (ou hemohidrose). Fenômeno raro de sangue no suor, como resultado de uma hemorragia de veias capilares nas glândulas sudoríparas, tornando a pele frágil. A perda de sangue deve ter sido mínima, mas numa noite fria (jardim/monte das oliveiras), deve ter causado arrepios/calafrios no Senhor Jesus.
- “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.” (Sl 23:5)
JULGAMENTOS:
- Jesus foi preso no Getsêmani, e levado a Anás e a Caifás (sumo sacerdote daquele ano), para o julgamento judeu perante o Sinédrio, e foi considerado culpado de “blasfêmia”. Os guardas vendaram Jesus, cuspiram nele e o atingiram no rosto com os punhos: “vendando-lhe os olhos, diziam: Profetiza-nos: quem é que te bateu?” (Lc 22:64)
- Incredulidade (pecado):“Se tu és o Cristo, dize-nos. Então, Jesus lhes respondeu: Se vo-lo disser, não o acreditareis; também, se vos perguntar, de nenhum modo me respondereis” (Lc 22:67-68)
- Jesus foi levado para o Pretório na Fortaleza Antônia, a residência de Pôncio Pilatos, o governador da província romana da Judéia. Contudo, Jesus não foi apresentado a Pôncio Pilatos como um blasfemo, mas como um auto-declarado rei (Acusação de Sedição), que iria ameaçar a autoridade romana. Pilatos não fez acusações contra Jesus, e o enviou a Herodes Antipas (tetrarca da Judéia), que também não fez acusações formais contra Jesus, e o devolve para Pilatos. Apesar de Pilatos não encontrar motivos para acusar Jesus, o povo demandava pela sua crucificação, e Pilatos finalmente os atendeu, entregando Jesus para ser açoitado (na “flagelação”) e crucificado.
FLAGELAÇÃO:
- O açoitamento era uma pena legal preliminar para toda execução romana, e apenas mulheres e senadores ou soldados romanos (exceto em casos de deserção) eram isentos. O instrumento usual era um chicote curto (flagelo ou “flagellum”), com várias tiras (de comprimentos variáveis) de couro trançado, nas quais pequenas bolas de ferro ou pedaços afiados de ossos de ovelhas eram amarrados em intervalos. O objetivo era enfraquecer a vítima para um estado físico pouco antes do colapso ou da morte. Após o flagelação, os soldados frequentemente insultavam a vítima.
- À medida que o açoitamento continuava, as bolas de ferro causavam contusões profundas e as tiras de couro e ossos de ovelha cortavam a pele e os tecidos subcutâneos. As lacerações rasgavam os músculos esqueléticos subjacentes, produzindo tiras trêmulas de carne sangrando.
- Jesus foi severamente agredido (açoitado) no Pretório. Os soldados romanos, divertidos com o fato desse homem enfraquecido ter reivindicado ser rei, zombaram dele, colocando uma túnica nos ombros, uma coroa de espinhos na cabeça e um bastão de madeira (caniço), como se fosse um cetro na mão direita. E então, cuspiram em Jesus e o atingiram na cabeça com o bastão de madeira (Mt 27:27-31).
“Não quebrará o caniço rachado, não apagará o pavio fumegante”(Mt 12:20 - NVI; Is 42:3)
CRUCIFICAÇÃO:
- É provável que a prática da crucificação começou entre os persas. Alexandre, o Grande, introduziu a prática no Egito e em Cartago, e os romanos parecem ter aprendido com os cartagineses. Em sua forma primitiva, na Pérsia, a vítima era amarrada a uma árvore ou empalada em um poste vertical, geralmente para impedir que os pés da vítima culpada tocassem o solo sagrado. “Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êx 3:5)
- Os Romanos não “inventaram” a crucificação, mas a aperfeiçoaram como uma forma de tortura e pena de morte brutal, projetada para ser lenta e com o máximo de dor e sofrimento.
- A crucificação era um dos métodos mais vergonhosos e cruéis de execução, normalmente reservado apenas para escravos, estrangeiros, revolucionários e os mais vis dos criminosos. A lei romana geralmente protegia os cidadãos romanos da crucificação, exceto talvez no caso de deserção pelos soldados.
- O Titulus da rendição (condenação) de Jesus, com nome e crime: “Jesus de Nazaré, rei dos judeus” (escrito em hebraico, latim, grego - Jo 19:20).
- Era habitual que o condenado carregasse sua própria cruz do local do açoitamento até o local da crucificação, fora da cidade.
- Como o peso da cruz inteira era provavelmente mais de 136 kg (300 lb), apenas a barra horizontal era transportada. O patíbulo, pesando 34 a 57 kg (75 a 125 lb) era colocado na nuca da vítima e equilibrado ao longo dos dois ombros. Geralmente, os braços estendidos eram amarrados à trave.
- Fora das muralhas da cidade ficava permanentemente as pesadas estacas de madeira verticais, nas quais o patíbulo seria fixado. No caso da Cruz Tau (T), isso seria realizado por meio de uma junta de encaixe, com ou sem reforço de cordas.
- No local da execução, por lei, a vítima recebia uma bebida amarga de vinho misturada com mirra (fel), para servir como um analgésico moderado (não por misericórdia, para para prolongar o “espetáculo”). A bebida servia para suportar a dor, mas Jesus não tomou (Mc 15:23).
- O condenado era então jogado no chão de costas, com os braços estendidos ao longo do patíbulo. As mãos eram pregadas ou amarradas à trave (patíbulo).
“Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei” (Tomé – Dídimo, Jo 20:25).
- Os restos arqueológicos de um corpo crucificado, encontrados em um ossuário perto de Jerusalém e datando da época de Cristo, indicam que os pregos eram espigões de ferro cônico de aproximadamente 13 a 18 cm (5 a 7 polegadas) de comprimento, com um eixo quadrado de 1 cm (3/8 de polegada) de diâmetro. [Ponteira/Talhadeira]
- Os soldados e a multidão civil frequentemente insultavam e zombavam do condenado, e os soldados costumavam dividir as roupas do condenado entre si: “Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes” Mt 27:35; Mc 15:24; Lc 23:34; Jo 19:24 à Sl 22:18
- O tempo de sobrevivência do condenado na cruz era tipicamente de poucas horas, dependendo da gravidade da flagelação/açoitamento.
- Mesmo que a flagelação/açoitamento fosse “moderado”, os soldados romanos poderiam acelerar a morte quebrando as pernas abaixo dos joelhos (crucifratura).
- Não era incomum que insetos pousassem nas feridas abertas ou nos olhos, ouvidos e nariz da vítima moribunda, e as aves de rapina rasgassem essas feridas. Além disso, era costume deixar o cadáver na cruz para ser devorado por animais predadores. No entanto, pela lei romana, a família dos condenados poderia levar o corpo para o sepultamento, após obter permissão do juiz romano.
- Para garantir que o condenado não sobrevivesse à crucificação, o corpo não era liberado para a família até que os soldados tivessem certeza da sua morte. Para garantir a morte na cruz, um dos soldados romanos perfurava o corpo com uma espada ou lança. Tradicionalmente, era desferido um golpe de lança no coração pelo lado direito do peito (“sangue e água”, derrame do pericárdio) - uma ferida fatal provavelmente ensinada à maioria dos soldados romanos.
- Com o conhecimento da anatomia e da crucificação, pode-se investigar os prováveis aspectos médicos dessa forma de execução lenta. Aparentemente, cada ferida tinha a intenção de produzir intensa agonia, e as causas físicas da morte eram inúmeras.
ASFIXIA (na Cruz):
- Para a expiração adequada, seria necessário levantar o corpo, empurrando os pés, flexionando os cotovelos e aduzindo os ombros. Essa manobra colocaria todo o peso do corpo nos tarsos e produziria dores abrasadoras. A flexão dos cotovelos causaria rotação dos pulsos em torno dos pregos de ferro, e causaria dores ardentes ao longo dos nervos medianos danificados. A elevação do corpo também esfregaria dolorosamente as costas açoitadas contra a madeira áspera da estaca. Cãibras musculares e parestesias dos braços estendidos e erguidos aumentariam o desconforto.
- Como resultado, cada esforço respiratório se tornaria agonizante e cansativo, levando eventualmente à asfixia. Por isso, a crucifratura poderia provocar morte em minutos.
O Verbo verbalizando dolorosamente na cruz:
- Cristo, o Verbo (Logos, João 1:1), verbalizou 7 vezes na cruz.
- Como o ato de falar ocorre durante a expiração, isto deve ter sido particularmente difícil e doloroso para o Senhor Jesus:
1) “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34)
2) “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23:43)
3) “Mulher, eis aí teu filho... Eis aí tua mãe” (Jo 19:26-27)
4) “Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27:46; Sl 22:1). “Eloí” (Mc 15:34). *aramaico*
5) “Tenho sede!” (Jo 19:28; Sl 69:21)
6) “Está consumado!” (“Tetelestai”, Jo 19:30)
7) “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lc 23:46; Sl 31:5)
- Permanece incerto se Jesus morreu de ruptura cardíaca ou de insuficiência cardiorrespiratória.
É impossível fazer “exumação” do cadáver, pois O SENHOR VIVE!
[Manjedoura vazia, Túmulo vazio, Trono cheio (repleto) da glória de Deus!]
- “Claramente, o peso das evidências históricas e médicas indica que Jesus estava morto antes que a ferida ao seu lado fosse infligida e apoia a visão tradicional de que a lança, enfiada entre as costelas, provavelmente perfurou não apenas o pulmão direito, mas também o pericárdio e o coração e, assim, garantiu sua morte.” (JAMA)
“O sofrimento vicário do Servo do SENHOR”, Isaías 52:13 a 53:12
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“Um dom inefável”
(pr. Stephen Yuille)
“O Infinito tornou-se finito. O Criador se tornou uma criatura. Ele (que fez todas as coisas a partir do nada) nasceu de uma mulher. Ele (a quem os céus não podem conter) estava contido no pequeno útero de uma mulher. O pão da vida estava com fome. A água da vida estava com sede. A maior descanso estava cansado. A maior alegria estava triste. A maior fúria e o maior favor se encontraram na cruz. O maior ódio e o maior amor se manifestaram na cruz. Infinita justiça foi satisfeita e infinita misericórdia foi garantida na cruz. Estamos enriquecidos por Sua pobreza, preenchidos por Seu vazio, exaltados por Sua desgraça, curados por Suas feridas, confortados por Sua dor, e justificados por Sua condenação. ‘Graças a Deus pelo seu dom inefável!’ (2Co 9:15)”
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Para assistir o vídeo deste estudo no Youtube:
astse.blogspot.com/2024/03/pascoa-ressurreicao-do-verbo-videos.html
08 abril 2023
Palestra "Cristo Jesus - Senhor da História"
03 abril 2021
Páscoa: coelhinho ou Cordeiro?
"Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento."
(Lucas 22:14-15)
Neste texto, particularmente no verso 15, quando o Senhor Jesus disse que estava desejando ansiosamente comer "esta Páscoa, antes do meu sofrimento", são usadas 2 palavras no original (grego), para "Páscoa" e "sofrimento", que são muito parecidas:
- "Páscoa": πάσχα pascha
- "sofrimento": πάσχω paschō
A morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo é um dos eventos mais certificados em toda a história da humanidade, através de evidências históricas, arqueológicas, literárias, etc. Para consultar as referências, verificar obras na área de Apologética Cristã, de autores como Norman Geisler (“Não tenho fé suficiente para ser ateu”, “Enciclopédia de Apologética”), Josh McDowell (“Evidência que exige um veredito”, “Mais que um Carpinteiro”), Lee Strobel (“Em defesa de Cristo”), etc.
O apóstolo Paulo escreve:
"Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado."
(1 Coríntios 5:7b)
O verdadeiro significado da Páscoa está relacionado com um Cordeiro que foi morto, e não com um coelhinho de chocolate.
Que este significado verdadeiro impacte sua percepção da realidade.
Saudações cordiais cristãs.
(Adaptado a partir do post http://astse.blogspot.com/2020/04/pascoa-exodos-exit.html)
29 março 2021
O vazio do túmulo
"Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda."
(1Coríntios 15:20-23)
Graças a Deus por Jesus Cristo!
12 abril 2020
Evangelho visual 50
Hoje (12/04/2020, Domingo), celebramos a Ressurreição do "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (João 1:29b).
11 abril 2020
Evangelho visual 48
10 abril 2020
Páscoa - EXODOS - EXIT
Contudo...
A ressurreição do Senhor Jesus Cristo ocorreu no Domingo subsequente à sexta-feira da sua crucificação, que por sua vez, ocorreu logo após Ele, o "Cordeiro pascal"[1] ter realizado a última Ceia de Páscoa com os seus discípulos antes do seu sofrimento[2], instituindo o sacramento da Ceia do Senhor[3].
"14Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. 15E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. 16Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus. 17E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; 18pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus" (Lucas 22:14-18).
Neste texto, particularmente no verso 15, quando o Senhor Jesus disse que estava desejando ansiosamente comer "esta Páscoa, antes do meu sofrimento", são usadas 2 palavras no original (grego)[4], para "Páscoa" e "sofrimento", que são muito parecidas:
- "Páscoa": πάσχα pascha (Dicionário Strong G3957)
- "sofrimento": πάσχω paschō (Dicionário Strong G3958)
Este é um dos eventos mais certificados em toda a história da humanidade, através de evidências históricas, arqueológicas, literárias, etc[5]. O evento da ressurreição de Jesus Cristo, o Senhor, foi tão significativo, que a igreja primitiva logo começou a se reunir no “primeiro dia da semana” (Domingo)[6] para prestar o culto (adoração) e participar do “partir o pão”[7].
De fato, no décimo quinto capítulo da primeira carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo exorta-os sobre a veracidade histórica da Ressurreição de Cristo, e de sua importância central para o Evangelho verdadeiro que ele já tinha anunciado para eles, e que estava precisando anunciar novamente nesta ocasião[8]. Segundo o texto Bíblico, “3Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, 4e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. 5E apareceu a Cefas e, depois, aos doze. 6Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem. 7Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos 8e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo” (1Coríntios 15:3–8), o apóstolo dá várias evidências claras da Ressurreição do Senhor Jesus Cristo, incluindo mais de 500 testemunhas oculares, estando muitas delas ainda vivas em seus dias. Ele os exorta mais diretamente a partir do verso 12: “12Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. 14E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé... 16Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados”. Então, Paulo, se declarando o “menor dos apóstolos”[9], tendo visto o Senhor Jesus no caminho para Damasco[10], “como por um nascido fora de tempo”[11], conclui de forma gloriosa este texto maravilhoso, inspirado pelo Espírito Santo:
“Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1Coríntios 15:19)
Sobre o EXODOS:
A alguns anos atrás, tive o privilégio de assistir a uma palestra do Dr. John C. Lennox no Youtube[12], intitulada “Living for the Eternal Word” (“Vivendo pela Palavra Eterna”), que infelizmente não está mais disponível neste link. No entanto, um dos registros mais marcantes que eu tenho sobre esta palestra foi quando o Dr. Lennox, falando sobre o famoso relato do “monte da transfiguração”[13], nos expõe o texto de forma extraordinária, chamando a atenção para a “partida” (ou “EXODOS”) de Jesus Cristo, que estava prestes a acontecer na Cruz do Calvário algum tempo depois deste episódio no "monte da transfiguração"
Tomando por base o relato do Evangelho segundo Lucas, o Dr. Lennox nos conduz pelo texto Bíblico, descrevendo que o Senhor Jesus Cristo[14] estava falando com Moisés e Elias[15], e que eles falavam da Sua partida (“exodos”, no original em grego), que Ele “estava para cumprir em Jerusalém”[16]. O Dr. Lennox ainda complementa durante a palestra, de forma até bem humorada, que se qualquer pessoa desejasse organizar um Congresso ou Simpósio para tratar do assunto “EXODOS”, os maiores especialistas que deveriam ser chamados para este evento, seriam justamente:
1) Moisés, que esteve à frente do êxodo de centenas de milhares de pessoas pelo deserto, até a “terra prometida”;
2) Elias, que teve um dos “EXODOS” mais espetaculares registrados nas Escrituras, com carro/carruagem e cavalos de fogo, tendo subido ao céu num redemoinho[17];
3) Senhor Jesus Cristo, que enfrentou o seu “EXODOS” (MORTE) na Cruz do Calvário!
O apóstolo Paulo nos lembra, em suas epístolas, desta maravilhosa verdade que morremos com Cristo, para vivermos com Ele. E isto nos traz conforto e nos motiva a fé em momentos de tribulação e sofrimento:
- "Fiel é esta palavra: Se já morremos com ele, também viveremos com ele" (2Timóteo 2:11)
- "Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos" (Romanos 6:8)
"1Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 2E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:1-2).
No capítulo 12 da mesma carta aos Romanos, o apóstolo Paulo também nos exorta, como crentes ("irmãos") a apresentarmo-nos como "sacrifício vivo, santo e agradável a Deus", usando uma linguagem veterotestamentária, fazendo referência ao sacrifício de animais no templo de Jerusalém. Em um comentário Bíblico[18], podemos encontrar as seguintes palavras para "sacrifício vivo": "[sacrifício vivo] em glorioso contraste com os sacrifícios da lei [cerimonial], que, exceto quando foram mortos, não eram, de fato, sacrifícios. A morte daquele “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”[19] varreu todas as vítimas mortas do altar de Deus, para dar espaço aos redimidos, como “sacrifícios vivos” para Aquele que “o fez pecado por nós”[20]; enquanto todo resultado que sai dos seus corações agradecidos, em louvor, e todo ato motivado pelo amor de Cristo, é em si mesmo um sacrifício a Deus com um aroma suave[21]".
O apóstolo Paulo ainda complementa, na segunda parte deste primeiro versículo do capítulo 12, dizendo que este "sacrifício vivo" é o nosso culto "racional"[22]. E isto parece estar relacionado, dentre outras coisas, a uma mudança de "cosmovisão"[23] e de postura diante deste "século"[24], transformando-nos pela renovação da nossa mente.
Caro(a) leitor(a), você ainda não conhece este Salvador necessário e suficiente?
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6)
Pois pode ter a certeza absoluta de que o Senhor Jesus Cristo é o único EXODOS, o único CAMINHO, a única SAÍDA, o único EXIT seguro para toda a eternidade!












