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28 fevereiro 2023

Aprendizado piedoso 164

"A verdade, aqui, é que o Deus sobre quem se havia dito: 'Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos' (Isaías 40:11) é muito gentil com cristãos muito novos, assim como as mães o são com bebês muito pequenos. Muitas vezes, o início de sua carreira [jornada] cristã é marcado por grande alegria emocional; providências marcantes, notáveis respostas às orações e frutos imediatos de seus primeiros testemunhos; desta forma, Deus os encoraja e os estabelece na 'vida' [cristã]. Mas, assim que crescem e são capazes de suportar mais, ele os exercita numa escola mais difícil. Ele os expõe a muitos testes de pressão por influências opostas e desanimadoras, na medida em que são capazes de suportar - não mais (veja a promessa em 1Coríntios 10:13), mas também não menos (veja a admoestação em Atos 14:22). Assim, ele constrói o nosso caráter, fortalece nossa fé e nos prepara para ajudar [servir] outros. Desta maneira, ele cristaliza nosso senso de valores. É desta forma que ele é glorificado em nossa vida, tornando sua força perfeita em nossa fraqueza."

"... Deus, que privou deles [crentes sendo amadurecidos] o brilho despreocupado da infância espiritual [neófitos], com seus risos e sua passividade feliz, precisamente a fim de que [Deus] possa levá-los a uma experiência mais adulta e madura. Pais terrenos desfrutam de seus bebês, mas ficariam tristes, para se dizer o mínimo, se seus filhos crescidos quisessem ser bebês outra vez, e hesitariam em deixá-los agir como tais. É exatamente isso o que ocorre com nosso Pai celestial. Ele quer que cresçamos em Cristo e não que permaneçamos bebês em Cristo."

"O menor efeito ao se aceitar a solução proposta [permanecendo espiritualmente imaturos ou 'bebês em Cristo'] será impedir o desenvolvimento espiritual - o surgimento de uma geração de evangélicos adultos infantis, risonhos, irresponsáveis e egoístas. Os piores efeitos, entre os crentes sinceros e honestos, será a introspecção mórbida [tristeza ou melancolia], a histeria, a estafa mental e perda da fé, em qualquer grau, em sua forma evangélica."

"[Perdendo a graça de vista] O que, basicamente, está errado com este ensinamento [permanecendo espiritualmente imaturos]?... Ele erra quanto ao ensino do Novo Testamento sobre a santificação e a batalha cristã. Não entende o significado de crescimento na graça. Ele não compreende as ações do pecado que habita nele. Ele confunde a vida cristã na terra [pautada pela santificação] com a vida cristã como ela será no céu."

"[O Deus que restaura] Esta verdade tem muitas aplicações. Uma das mais surpreendentes é que Deus realmente usa nossos pecados e enganos para este fim [santificação]. Ele usa a disciplina educativa dos fracassos e erros com muita frequência. É impressionante ver quanto a Bíblia fala de pessoas piedosas cometendo erros e Deus as castigando por isso." 
"Abraão, a quem foi prometido um filho, mas o qual teve de esperar por ele, perde a paciência, comete o erro de agir com providência amadora e gera Ismael - e tem que esperar por mais treze anos antes que Deus fale com ele novamente (Gênesis 16:16-17:1). Moisés comete o erro de tentar salvar o seu povo através de atos de autoafirmação, usando sua força, matando um egípcio, insistindo em resolver os problemas particulares dos israelitas para eles - e é banido por muitas décadas para o meio do deserto, para que perdesse a sua presunção. Davi comete uma série de erros - seduz Bate-Seba, conduz a morte de Urias, negligenciando sua família, e realiza o censo por uma questão de prestígio pessoal - e, em cada caso, é castigado amargamente. Jonas comete o erro de fugir do chamado de Deus - e acaba dentro de um grande peixe."
"Assim, poderíamos seguir em frente com exemplos, mas o ponto a destacar é que o erro humano e o imediato desagrado divino não foram, em nenhum dos casos, o fim da história. Abraão aprendeu a esperar o tempo de Deus. Moisés foi curado de seu convencimento (na verdade, sua desconfiança posterior em si mesmo foi quase pecaminosa - veja Êxodo 4:10-14). Davi achou arrependimento após cada uma de suas falhas e estava mais perto de Deus no final do que no início. Jonas orou do ventre do peixe e viveu para cumprir sua missão em Nínive."
"Deus pode fazer brotar o bem a partir dos extremos da nossa própria loucura [pecado]; Deus pode restaurar os anos que o gafanhoto devorou [ver o livro do profeta Joel]. Dizem que aqueles que nunca cometem erros nunca fazem nada; certamente esses homens cometeram erros, mas, através de seus erros, Deus lhes ensinou a conhecer sua graça e a se apegarem a ele de uma forma que nunca teria acontecido de outro modo. O problema é uma sensação de fracasso? O conhecimento de ter cometido algum erro medonho? Volte-se para Deus; sua graça restauradora espera por você."

"... Nós precisamos que Deus nos torne realistas tanto em relação a nós mesmos quanto em relação a ele. Talvez haja uma palavra para nós no famoso hino ['Eu pedi ao Senhor que eu pudesse crescer', 1779] em que John Newton descreve a passagem para o tipo de realismo que temos procurado induzir:"

Pedi ao Senhor que eu pudesse crescer
Na fé, no amor, e em toda a graça;
Para poder conhecer mais de sua salvação
E buscar mais fervorosamente a sua face.

Eu esperava que, em alguma hora favorável,
Imediatamente ele responderia ao meu pedido
E pelo poder constrangedor do seu amor,
Eliminasse meus pecados e me desse descanso.

Em vez disso, ele me fez sentir
Os males ocultos do meu coração;
E deixou os poderes irados do inferno
Assaltarem minha alma em cada lugar.

E ainda mais, com sua própria mão
Pareceu tentar agravar meu sofrimento;
Destruiu todos os projetos justos que idealizei,
Desmanchou meu jogo e me derrubou.

'Senhor, por que isto?' Com tremor clamei:
'Por que persegues um verme até a morte?'
'É desse modo', respondeu o Senhor,
'Que eu atendo as orações por graça e fé'.

'Estas provações internas que eu utilizo
É para te livrar do orgulho e do egoísmo;
E destruir teus esquemas de alegria terrena,
Para que possas buscar teu tudo em mim'.

[Tradução da poesia/hino I asked the Lord that I might grow, de John Newton, 1779]


(Trechos do livro "O conhecimento de Deus", de J.I. Packer, particularmente no capítulo 21, "Essas provações íntimas")

20 dezembro 2022

Natal: a encarnação do Verbo

 "O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu" (1Co 15.47)

'A afirmação cristã realmente extraordinária é a de que Jesus de Nazaré era Deus tornado em homem – que a segunda pessoa da Divindade se tornou o “segundo homem” (1Co 15.47), determinando o destino humano, a segunda cabeça representativa da raça, e que ele assumiu a humanidade sem perda da divindade, a fim de que Jesus de Nazaré fosse verdadeira e plenamente divino assim como era humano. Aqui há dois mistérios pelo preço de um – a pluralidade de pessoas dentro da unidade de Deus e a união da Divindade e da humanidade na pessoa de Jesus. É aqui, no acontecimento ocorrido no primeiro Natal, que estão as mais insondáveis profundezas da revelação cristã. “O Verbo se fez carne” (Jo 1.14); Deus se tornou homem; o Filho divino se tornou um judeu; o Poderoso apareceu na terra como um frágil bebê humano, incapaz de fazer mais do que ficar deitado, olhar, mexer-se e fazer ruídos, tendo a necessidade de ser alimentado, trocado e ensinado a falar como qualquer outra criança. E não havia nenhuma ilusão ou engano nisto: a primeira infância do Filho de Deus era uma realidade. Quanto mais você pensa nisso, mais extraordinário isso se torna. Nada na ficção é tão fantástico quanto esta verdade da encarnação.'

'QUEM É ESSA CRIANÇA? Os evangelhos de Mateus e Lucas nos contam em detalhes como o Filho de Deus veio a este mundo. Ele nasceu do lado de fora de um pequeno hotel em uma obscura vila judaica nos grandes dias do império romano. A história é geralmente embelezada quando a contamos de Natal em Natal, mas, na realidade, é desagradável e cruel. A razão pela qual Jesus nasceu do lado de fora é porque o hotel estava cheio e ninguém queria oferecer uma cama para uma mulher em trabalho de parto, de modo que ela teve de dar à luz em um estábulo e colocar o bebê num cocho de animais. A história é contada sem paixão e sem comentário, mas nenhum leitor consciencioso deixará de se arrepiar com a imagem de indiferença e degradação que ela representa.'

'É como Filho de Deus que ele apresenta Jesus por todo o Evangelho. Entretanto, João sabia que a expressão “Filho de Deus” estava contaminada com associações enganosas na mente de seus leitores ["ao que parece, tanto para leitores de contexto judeu quanto grego"]. A teologia judaica a usava como um título para o Messias (humano) esperado. A mitologia grega chamava a muitos de “filhos de deuses”, super-homens nascidos da união entre um deus e uma mulher humana. Em nenhum destes casos a expressão transmite o pensamento de divindade pessoal; em ambos, de fato, ela está excluída.' 

'Ele [Evangelho segundo João] não traz o termo "Filho" nas suas sentenças iniciais; em lugar disso, ele fala primeiro do Verbo. Não havia perigo de que isso fosse mal compreendido; os leitores do Antigo Testamento perceberiam a referência desde o primeiro momento. O Verbo de Deus no Antigo Testamento é a sua força criativa, seu poder em ação cumprindo seu propósito. O Antigo Testamento retrata a expressão de Deus, a afirmação real de seu propósito, como tendo poder em si para realizar aquilo a que se propôs. Gênesis 1 nos diz como, na criação, "Deus disse: Haja... e houve..." (Gn 1.3). "Os céus por sua palavra se fizeram... Pois ele falou, e tudo se fez" (Sl 33.6,9). O Verbo de Deus é, portanto, Deus em ação. João usa essa figura para nos contar sete (7) coisas acerca do Verbo divino.'

1.No princípio era o Verbo” (v. 1). Aqui está a eternidade do Verbo. Ele não teve um começo próprio; quando todas as outras coisas começaram, ele era. 
2. “E o Verbo estava com Deus” (v. 1) Aqui está a personalidade do Verbo. O poder que cumpre os propósitos de Deus é o poder de um ser pessoal distinto, que se coloca numa relação eterna com Deus em amizade ativa (isto é o que a expressão significa). 
3. “E o Verbo era Deus” (v. 1). Aqui está a divindade do Verbo. Embora pessoalmente distinto do Pai, ele não é uma criatura; ele é divino em si mesmo, assim como o Pai. O mistério com que este versículo nos confronta é, portanto, o mistério das distinções entre pessoas na unidade da Divindade. 
4.Todas as coisas foram feitas por intermédio dele” (v. 3). Aqui está o Verbo criando. Ele era o agente do Pai em cada ato de criação que realizou. Tudo o que foi feito foi feito por intermédio dele (aqui, incidentalmente, é mais uma prova de que o Criador não pertence à classe de coisas feitas, do mesmo modo como o Pai). 
5.A vida estava nele” (v. 4). Aqui está o Verbo dando vida. Não há vida física no meio dos seres criados, salvo nele e por intermédio dele. Aqui está a resposta bíblica para o problema da origem e continuidade da vida, em todas as suas formas: a vida é dada e mantida pelo Verbo. As coisas criadas não têm vida em si mesmas, mas no Verbo, a segunda pessoa da Divindade. 
6.E a vida era a luz dos homens” (v. 4). Aqui está o Verbo revelando. Ao dar a vida, ele dá luz também; isto significa que todas as pessoas recebem intimações [convocações] de Deus a partir do próprio fato de estarem vivas no mundo de Deus, e isto, não menos que estar vivo, é resultado da obra do Verbo. 
7. “O Verbo se fez carne” (v. 14). Aqui está o Verbo encarnado. O bebê na manjedoura em Belém não era outro a não ser o Verbo Eterno de Deus.
 
O bebê nascido em Belém era Deus feito homem 
'O Verbo se fez carne: um bebê humano real. Ele não deixou de ser Deus; ele não era menos Deus do que antes; mas ele havia começado a ser homem. Ele não era agora Deus menos alguns elementos de sua divindade, mas Deus e mais tudo o que ele havia tornado seu ao assumir a humanidade em si mesmo. Aquele que havia feito o homem agora estava sentindo como era ser um. Aquele que fez o anjo que se tornou o diabo estava agora em um estado em que podia ser tentado – não podia, de fato, evitar ser tentado – pelo diabo; e a perfeição de sua vida humana somente foi alcançada pelo conflito com o diabo. A Epístola aos Hebreus [Hb 2.17ss.; 4.15ss.], ao elevar os olhos para ele em sua glória após sua ascensão, traz grande conforto deste fato.'

'O mistério da encarnação é insondável. Não podemos explicá-lo, apenas formulá-lo. Talvez nunca tenha sido melhor formulado do que nas palavras do Credo Atanasiano: “Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus e homem... perfeito Deus e perfeito homem... que, embora seja Deus e homem, ainda assim não é dois, mas um só Cristo; um não por conversão da Divindade em carne, mas porque Deus assumiu a natureza humana”. Nossa mente não pode ir além disso. O que vemos na manjedoura é, nas palavras de Charles Wesley: "Nosso Deus reduzido a um palmo... Incompreensivelmente tornado homem". Incompreensivelmente – seremos sábios se nos lembrarmos disso, para evitar a especulação e adorar alegremente.'

'Algumas vezes, teólogos têm brincado com a ideia de que a encarnação tenha tido original e basicamente o propósito de aperfeiçoar a ordem criada e que seu significado redentivo foi, por assim dizer, uma decisão posterior de Deus; mas como James Denney corretamente insistiu, “o Novo Testamento não diz nada acerca de uma encarnação que possa ser definida sem a sua relação com a expiação... Não foi Belém, mas o Calvário, o foco da revelação, e qualquer construção de Cristianismo que ignore ou negue isto estará distorcendo o Cristianismo, ao colocá-lo fora de foco” (The Death of Christ, 1902, p. 235). O significado crucial do berço em Belém está em seu lugar na sequência dos passos descendentes que levaram o Filho de Deus até a cruz do Calvário, e nós não o entendemos até vê-lo dentro de seu contexto.'

(Trechos do livro "O conhecimento de Deus", de J.I. Packer, particularmente no capítulo 5, "Deus encarnado")

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"Um dom inefável" (Stephen Yuille)

"O Infinito tornou-se finito. O Criador se tornou uma criatura. Ele (que fez todas as coisas a partir do nada) nasceu de uma mulher. Ele (a quem os céus não podem conter) estava contido no pequeno útero de uma mulher. O pão da vida estava com fome. A água da vida estava com sede. O maior descanso estava cansado. A maior alegria estava triste. A maior fúria e o maior favor se encontraram na cruz. O maior ódio e o maior amor se manifestaram na cruz. Infinita justiça foi satisfeita e infinita misericórdia foi garantida na cruz. Estamos enriquecidos por Sua pobreza, preenchidos por Seu vazio, exaltados por Sua desgraça, curados por Suas feridas, confortados por Sua dor, e justificados por Sua condenação.
'Graças a Deus pelo seu dom inefável!' (2Co 9:15)"

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21 novembro 2022

Aprendizado piedoso 161

Em 7 de janeiro de 1855, o ministro da Capela da rua New Park, em Southwark, iniciou seu sermão matutino da seguinte forma: 
 
'Tem sido dito que o “estudo apropriado da humanidade é o homem”. Eu não refutarei a ideia, mas creio que seja igualmente verdadeiro que o estudo apropriado do eleito de Deus seja Deus; o estudo apropriado de um cristão é a Divindade. A mais elevada ciência, a mais sublime especulação, a mais poderosa filosofia, que jamais poderá ocupar a atenção de um filho de Deus, é o nome, a natureza, a pessoa, a obra, os feitos, e a existência do grande Deus a quem ele chama de seu Pai. Há algo de extraordinário desenvolvimento para a mente na contemplação da Divindade. É um assunto tão vasto que todos os nossos pensamentos ficam perdidos em sua imensidão; tão profundo que nosso orgulho fica submerso em seu infinito. É possível compreender outros assuntos e tratar deles, e neles sentirmos uma espécie de autossatisfação, e continuar tendo o pensamento: “Vejam como sou sábio”. Entretanto, quando chegamos a esta ciência sublime, ao constatar que nosso fio de prumo não pode sondar sua profundidade e que nosso olho de águia não pode enxergar sua altura, abandonamos o pensamento de que o homem, em sua vaidade, seja sábio, pois ele é como um asno selvagem; e fazemos uma solene exclamação: “Nasci ontem e nada sei”. Nenhum assunto de contemplação tenderá mais a humilhar a mente do que os pensamentos acerca de Deus... Contudo, ao mesmo tempo em que o assunto humilha a mente, ele também a desenvolve. Aquele que frequentemente pensa em Deus terá a mente mais abrangente do que o homem que simplesmente se arrasta por este estreito globo... O mais excelente estudo para desenvolver a alma é a ciência de Cristo, e ele crucificado, e o conhecimento da Divindade na gloriosa Trindade. Nada aumentará mais o intelecto, nada enaltecerá mais toda a alma do homem quanto uma investigação devota, diligente e continuada do grande assunto da Divindade. E, ao mesmo tempo em que humilha e expande, este assunto é eminentemente consolador. Oh!, existe, ao contemplar Cristo, um bálsamo para cada ferida; ao refletir sobre o Pai, há o fim de toda tristeza; e, na influência do Espírito Santo, há um bálsamo para cada chaga! Deseja cessar o seu pesar? Deseja suprimir suas preocupações? Então vá e mergulhe no mais profundo mar da Divindade; perca-se em sua imensidão e você sairá como de um sofá de descanso, revigorado e fortalecido. Eu não conheço algo que possa confortar tanto a alma, acalmar as ondas de tristeza e dor, trazer paz para os ventos da provação, como uma meditação piedosa sobre a Divindade. É para refletir sobre este assunto que eu o convido nesta manhã...'
 
Essas palavras, ditas há mais de um século por C.H. Spurgeon (naquele tempo, incrivelmente, com apenas 20 anos de idade), foram verdadeiras naquele tempo e são verdadeiras agora. Elas formam um prefácio propício para uma série de estudos sobre a natureza e o caráter de Deus.
 
(Trecho do livro "O conhecimento de Deus", de J.I. Packer)