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18 janeiro 2026
QUERER vs. REQUERER
30 novembro 2024
Aprendizado piedoso 199
[Samuel Rutherford...] Estejais contente em passar pelas águas ao teu redor, e gloria-te nEle {Jesus Cristo}, segurando Sua mão, pois Ele conhece todas as vaus {trechos rasos de rios}... Quando levantares teus olhos naquela direção e deres uma olhada na cidade de ouro {Ap 21:18}... haverás de dizer, então 'Vinte e quatro horas habitando nesse lugar valem mais que setenta anos de tristeza sobre a terra'... Em todo o Seu proceder com Seus filhos, Deus almeja levá-los a ter um elevado desprezo e uma inimizade mortal pelo mundo; a fim de que estabeleçam um valor elevado para Cristo e pensem nEle como Aquele que não pode ser adquirido com ouro e que é digno de que lutemos por ele. Não é por nenhum outro motivo... que o Senhor retira de ti os brinquedos e os deleites terrenos que Ele dá aos outros, mas para que tu sejas completamente dEle... Aceita a vontade do Todo-Poderoso... Deixa que a cruz de teu Senhor Jesus tenha o teu submisso e resoluto AMÉM... Confesso que me pareceu estranho que o Senhor tivesse que fazer aquilo que dava a impressão de querer lançar por terra todos os teus confortos mundanos; mas nós não podemos ver as razões da Soberania do Todo-Poderoso. 'Ele vai à nossa direita e à nossa esquerda, mas não o vemos'. Não vemos nada senão os pedaços dos elos quebrados das correntes da Sua providência. ('The Letters of Samuel Rutherford')"
"[John MacArthur...] Será que Deus realmente usa o nosso sofrimento para o nosso bem? Absolutamente {certamente}. Um dos benefícios do sofrimento é que ele nos ensina a odiar o pecado. Quando Cristo foi ao túmulo de Lázaro, Ele 'agitou-se no espírito e comoveu-se' (João 11:33). Ele agonizou diante das lágrimas, da dor e da tristeza que o pecado e a morte trazem. Quando experimentamos o sofrimento, aprendemos a odiar o pecado, que é o causador dessas coisas. O sofrimento também coopera para o nosso bem, porque expõe o pecado em nossas vidas. Quando tudo está bem, é fácil nos sentirmos piedosos. Mas, assim que as coisas desmoronam e os infortúnios se interpõem em nosso caminho, somos mais tentados a ficar irados com Deus. Podemos perder a paciência facilmente e começar a duvidar da Sua bondade. É nesse ponto que a pessoa descobre se, de fato, confia em Deus, pois o sofrimento evidenciará todo o mal que estiver no coração. O sofrimento não só evidenciará o pecado, como também o removerá. Ele é um fogo que queima a nossa escória e releva o ouro e a prata puros. Jó disse, a respeito de Deus: 'Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro' (Jó 23:10). De que outra maneira o sofrimento coopera para o nosso bem? Ele revela que nós, na verdade, somos Seus filhos. Afinal, 'o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos' (Hebreus 12:6-8). Sua disciplina é a evidência de que somos Seus filhos. O sofrimento também nos leva a Deus. Na prosperidade, o coração fica facilmente dividido. É por isso que Deus advertiu os israelitas para que não se esquecessem dEle quando Ele os levasse para a Terra Prometida (Deuteronômio 6:10-13). O sofrimento nos obriga a parar de nos concentrar no mundo. Quando tudo em nossas vidas é confortável, somos inclinados a nos preocupar com a nossa casa, o carro, o trabalho, os negócios, ou com nosso guarda-roupa. Mas suponha que um ente querido fique com uma doença terminal. Isso mudaria os nossos valores, e nos levaria a Deus, que é uma boa resposta para uma situação trágica. O 'espinho na carte' de Paulo o levou ao Senhor (2Coríntios 12:7-10). Quaisquer que sejam nossas aflições, estejamos seguros de que Deus as está usando, soberanamente, para o nosso bem. Tendo esse assunto como tema, Margaret Clarkson escreveu um livro para aqueles que vivem suas vidas numa dor perpétua. Ela o intitulou Grace Grows Best in Winter (A Graça Cresce Melhor no Inverno) - uma citação das cartas de Samuel Rutherford, o pastor que procurava confortar a senhora em sofrimento {Lady Jane Kenmure}... O subtítulo do livro de Clarkson é Help for Those Who Must Suffer (Ajuda para Aqueles que Precisam Sofrer), e uma de suas muitas observações úteis é a seguinte:
26 novembro 2023
Os Atributos de Deus: A Soberania de Deus (cap.6)
"O falecido Charles Haddon Spurgeon disse corretamente em seu sermão sobre Mateus 20:15: 'Não
há atributo mais reconfortante para Seus filhos do que a soberania de
Deus. Nas circunstâncias mais adversas, nas provações mais severas, os
crentes acreditam que o Soberano ordenou suas aflições, que o Soberano
os rege e que o Soberano os santificará. Não há nada pelo qual os filhos
devam lutar mais fervorosamente do que a doutrina da realeza de Deus
sobre todas as obras de Suas próprias mãos; o trono de Deus e Seu
direito de sentar-se nesse trono. Por outro lado, não há doutrina mais
odiada pelos mundanos, do que a certeira doutrina da soberania do
infinito Jeová. Os homens permitirão que Deus esteja em todos os
lugares, exceto em Seu trono. Eles permitirão que Ele esteja em Sua
oficina para moldar mundos e fazer estrelas. Eles permitirão que Ele
esteja em Sua esmola para dispensar Suas esmolas e conceder Suas
dádivas. Eles permitirão que Ele sustente a terra e sustente seus
pilares, ou acenda as lâmpadas do céu, ou governe as ondas do oceano
sempre em movimento; mas quando Deus ascende ao Seu trono, Suas
criaturas rangem os dentes'."
(Trechos do livro "Os Atributos de Deus", de A.W. Pink, cap. 6: "A Soberania de Deus")