Páginas do blog ASTSE
24 novembro 2025
"Pai, falta pouco para chegarmos ao nosso destino?"
02 novembro 2025
Aprendizado piedoso 227
05 outubro 2025
Aprendizado piedoso 226
27 setembro 2025
Aprendizado piedoso 225
13 julho 2025
Aprendizado piedoso 219
07 julho 2025
Aprendizado piedoso 218
30 junho 2025
Aprendizado piedoso 217
"Espero que o meu navio estará pronto, ver Cristo disposto a soprar o seu doce vento nas minhas velas, e endireitar e fechar os vazamentos no meu barco e dominar sobre tudo. Seria algo estranho se um passageiro crente fosse lançado ao mar." (Carta 179)
13 junho 2025
Aprendizado piedoso 215
"Se eu não tivesse outro céu além de uma fome contínua por Cristo, tal céu de fome insaciável ainda seria um céu para mim." (Carta 170)
15 maio 2025
Aprendizado piedoso 214
14 maio 2025
Aprendizado piedoso 213
22 abril 2025
Aprendizado piedoso 211
10 abril 2025
Qual o real significado de ser HUMANO?
01 abril 2025
Aprendizado piedoso 208
"Quando voltarmos para casa, e olharmos para trás, para as dores e sofrimentos, então veremos a vida e tristeza como sendo menos que um passo de uma prisão para a glória, e que nosso pequeno tempo de sofrimento não é digno sequer da nossa primeira noite de boas-vindas ao céu." (Samuel Rutherford, Carta 88)
30 janeiro 2025
Aprendizado piedoso 205
30 dezembro 2024
Livro: "Pensamentos Diários para o Ano" (Samuel Rutherford)
18 dezembro 2024
Cartas de Samuel Rutherford
'Não temos provas de que ele tenha passado por conversão [à fé cristã] em um período anterior, mas sim o oposto [conversão tardia após os 25 anos de idade]. Ele [Samuel Rutherford (1600-1661)] escreve: "Como um tolo como eu era, deixei meu sol estar alto no céu, e perto da tarde, antes mesmo de eu passar pelo portão no final". E novamente, "Eu teria permanecido seguro, se na minha juventude eu tivesse considerado a Cristo como a minha base". As nuvens retornaram após a chuva; provações familiares e outras relações semelhantes da Providência, combinadas para formar seu caráter como um homem de Deus e como um pastor.'
'Há uma tradição de que o Arcebispo [James] Usher, passando por Galloway, se afastou em um sábado para aproveitar a agradável companhia de Rutherford. Ele veio, no entanto, disfarçado, e sendo recebido como um convidado, tomou seu lugar com o resto de uma família, quando eles foram catequizados, como era de costume, naquela noite. Ao estranho [Arcebispo Usher] foi feita a pergunta: "Quantos mandamentos existem?". Sua resposta foi "Onze". O pastor [Samuel Rutherford] o corrigiu, mas o estranho manteve sua posição, citando as palavras de nosso Senhor: "Um novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros". Eles se retiraram para descansar, todos interessados no estranho. A manhã de domingo raiou. Rutherford levantou-se, e se dirigiu - como era seu costume - para meditação em uma caminhada que beirava uma floresta, mas se assustou ao ouvir a voz da oração — oração também do coração, e em nome das almas das pessoas que se reuniriam naquela ocasião. Não era outro senão o santo Arcebispo Usher; e logo chegaram a uma explicação, pois Rutherford começou a suspeitar que havia "entretido anjos sem saber". Com grande amor mútuo, eles conversaram, e a pedido de Rutherford, o Arcebispo subiu ao púlpito, conduziu o culto habitual do pastor presbiteriano, e pregou sobre "o Novo Mandamento".'
'Em 1634, ele [Samuel Rutherford] compareceu ao notável leito de morte de Lord Kenmure [esposo de uma das principais destinatárias das cartas de Rutherford], uma narrativa que ele publicou quinze anos depois, em "The Last and Heavenly Speeches and Glorious Departure of John Viscount Kenmure" ["Os Últimos e Celestiais Discursos e a Gloriosa Partida do Visconde John Kenmure"].'
'Enquanto isso, ele [Samuel Rutherford] perseverou no estudo, bem como nos trabalhos, e sem sucesso. Ele experimentou uma guinada metafísica [percepção espiritual], bem como uma grande prontidão em usar o aprendizado acumulado anteriormente. Pode ser instrutivo indagar por que é que onde quer que a piedade seja saudável e progressiva, quase invariavelmente encontramo-la acompanhada de aprendizado na Igreja de Cristo; enquanto, por outro lado, a negligência do estudo é acompanhada mais cedo ou mais tarde pela decadência da piedade vital. Não que todos sejam instruídos em tais tempos, mas sempre há um elemento deste tipo, no círculo daqueles a quem o Senhor está usando. A disposição [boa vontade] envolvida no conhecimento de Deus na alma leva ao estudo de tudo o que provavelmente será útil na defesa ou propagação da verdade; enquanto, por outro lado, quando a decadência está em ação, e a falta de vida prevalece, a preguiça e a facilidade se infiltram, e o aprendizado teológico é desprezado como desinteressante e seco. Com Samuel Rutherford e seus contemporâneos, encontramos o aprendizado lado a lado com a piedade vital e singularmente profunda.'
09 dezembro 2024
Hino: "The Sands of Time Are Sinking"
1) Este belo hino, "The Sands of Time Are Sinking" ("As areias do tempo estão afundando"), também conhecido como "In Immanuel's Land" ("Na terra de Emanuel"), foi composto pela sra. Anne Ross Cousin (esposa de um pastor escocês), inspirada à partir das cartas de Samuel Rutherford.
O texto completo do poema pode ser encontrado neste link, por exemplo.
30 novembro 2024
Aprendizado piedoso 199
[Samuel Rutherford...] Estejais contente em passar pelas águas ao teu redor, e gloria-te nEle {Jesus Cristo}, segurando Sua mão, pois Ele conhece todas as vaus {trechos rasos de rios}... Quando levantares teus olhos naquela direção e deres uma olhada na cidade de ouro {Ap 21:18}... haverás de dizer, então 'Vinte e quatro horas habitando nesse lugar valem mais que setenta anos de tristeza sobre a terra'... Em todo o Seu proceder com Seus filhos, Deus almeja levá-los a ter um elevado desprezo e uma inimizade mortal pelo mundo; a fim de que estabeleçam um valor elevado para Cristo e pensem nEle como Aquele que não pode ser adquirido com ouro e que é digno de que lutemos por ele. Não é por nenhum outro motivo... que o Senhor retira de ti os brinquedos e os deleites terrenos que Ele dá aos outros, mas para que tu sejas completamente dEle... Aceita a vontade do Todo-Poderoso... Deixa que a cruz de teu Senhor Jesus tenha o teu submisso e resoluto AMÉM... Confesso que me pareceu estranho que o Senhor tivesse que fazer aquilo que dava a impressão de querer lançar por terra todos os teus confortos mundanos; mas nós não podemos ver as razões da Soberania do Todo-Poderoso. 'Ele vai à nossa direita e à nossa esquerda, mas não o vemos'. Não vemos nada senão os pedaços dos elos quebrados das correntes da Sua providência. ('The Letters of Samuel Rutherford')"
"[John MacArthur...] Será que Deus realmente usa o nosso sofrimento para o nosso bem? Absolutamente {certamente}. Um dos benefícios do sofrimento é que ele nos ensina a odiar o pecado. Quando Cristo foi ao túmulo de Lázaro, Ele 'agitou-se no espírito e comoveu-se' (João 11:33). Ele agonizou diante das lágrimas, da dor e da tristeza que o pecado e a morte trazem. Quando experimentamos o sofrimento, aprendemos a odiar o pecado, que é o causador dessas coisas. O sofrimento também coopera para o nosso bem, porque expõe o pecado em nossas vidas. Quando tudo está bem, é fácil nos sentirmos piedosos. Mas, assim que as coisas desmoronam e os infortúnios se interpõem em nosso caminho, somos mais tentados a ficar irados com Deus. Podemos perder a paciência facilmente e começar a duvidar da Sua bondade. É nesse ponto que a pessoa descobre se, de fato, confia em Deus, pois o sofrimento evidenciará todo o mal que estiver no coração. O sofrimento não só evidenciará o pecado, como também o removerá. Ele é um fogo que queima a nossa escória e releva o ouro e a prata puros. Jó disse, a respeito de Deus: 'Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro' (Jó 23:10). De que outra maneira o sofrimento coopera para o nosso bem? Ele revela que nós, na verdade, somos Seus filhos. Afinal, 'o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos' (Hebreus 12:6-8). Sua disciplina é a evidência de que somos Seus filhos. O sofrimento também nos leva a Deus. Na prosperidade, o coração fica facilmente dividido. É por isso que Deus advertiu os israelitas para que não se esquecessem dEle quando Ele os levasse para a Terra Prometida (Deuteronômio 6:10-13). O sofrimento nos obriga a parar de nos concentrar no mundo. Quando tudo em nossas vidas é confortável, somos inclinados a nos preocupar com a nossa casa, o carro, o trabalho, os negócios, ou com nosso guarda-roupa. Mas suponha que um ente querido fique com uma doença terminal. Isso mudaria os nossos valores, e nos levaria a Deus, que é uma boa resposta para uma situação trágica. O 'espinho na carte' de Paulo o levou ao Senhor (2Coríntios 12:7-10). Quaisquer que sejam nossas aflições, estejamos seguros de que Deus as está usando, soberanamente, para o nosso bem. Tendo esse assunto como tema, Margaret Clarkson escreveu um livro para aqueles que vivem suas vidas numa dor perpétua. Ela o intitulou Grace Grows Best in Winter (A Graça Cresce Melhor no Inverno) - uma citação das cartas de Samuel Rutherford, o pastor que procurava confortar a senhora em sofrimento {Lady Jane Kenmure}... O subtítulo do livro de Clarkson é Help for Those Who Must Suffer (Ajuda para Aqueles que Precisam Sofrer), e uma de suas muitas observações úteis é a seguinte:
01 janeiro 2024
Abençoado Ano Novo
Novo Ano, Novos Dias...
É um bom costume desejarmos, uns aos outros, um "Feliz Ano Novo", normalmente querendo dizer algo do tipo: "Espero que você permaneça saudável, que tudo corra bem para você e que você tenha muita prosperidade este ano em tudo o que faz".
No passado, era comum desejar, uns aos outros, um "Abençoado Ano Novo", significando algo do tipo: "Espero que tudo o que aparecer pela mão da Providência de Deus este ano seja santificado para você, em e através de Cristo, para que você possa ser paciente na adversidade, agradecido na prosperidade, e ter uma firme confiança em nosso Deus e Pai fiel, pelo futuro desconhecido".
Nas palavras de Samuel Rutherford: "Todos os dias podemos ver algo novo em Cristo. Seu amor não tem borda nem fundo. Em nossas variações de sentimento, é bom lembrar que Jesus não admite nenhuma mudança em Seus afetos; o [nosso] coração não é a bússola pela qual Jesus navega".
Então, desejamos a você e sua família um Abençoado Ano Novo!
(Mensagem de Ano Novo, baseada em texto publicado pelo pr. Joel Beeke)
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...Tua bondade esteve comigo durante mais um ano,
(Trecho da oração "Fim de Ano", no livro "O vale da visão")
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...Lanço meu barco sobre as águas desconhecidas deste ano,
tenho a ti, ó Pai, como meu porto,
a ti, ó Filho, como meu leme,
a ti, ó Santo Espírito, enchendo-me as velas..."
(Trecho da oração "Ano Novo", no livro "O vale da visão")


