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26 agosto 2026

Aprendizado piedoso 263

Orando o Salmo 88
Clamores do Abismo
escrito por Stefan Nitzschke, e traduzido à partir do original, em inglês 
 
Não deixe que o sofrimento o afaste das Escrituras — use a Bíblia para ver como Deus se revela em suas páginas.

Isso já aconteceu com qualquer um de nós. Você está caminhando, distraído com a tarefa que tem em mãos, quando seu pé pisa em terreno instável. Você cambaleia um pouco para recuperar o equilíbrio, ou até mesmo tropeça de vez. A maioria de nós fica um pouco envergonhada, olha discretamente ao redor para garantir que ninguém viu o que acabou de acontecer, e segue seu caminho com um passo um pouco mais leve.

A vida pode ser assim: seguimos nossa rotina e nos deparamos com circunstâncias que nos abalam ou nos fazem tropeçar. Então, de tempos em tempos, ocorrem eventos na vida em que descrevê-los apenas como um "escorregão" não parece fazer jus à situação. É como se a terra se abrisse, e caíssemos de cabeça em um abismo circunstancial, do qual não há saída fácil.

Esse abismo é um lugar muito familiar neste mundo caído, e recebe muitos nomes. Davi o chamou de "vale da sombra da morte" (Salmo 23:4), Jonas o chamou de "profundeza" (Jonas 2:3), e Pedro o chamou de "fogo" (1Pedro 1:7). O abismo é um lugar de sofrimento, anseio e dor — cavado pela "pá" da criação caída, do pecado ou de Satanás.

Os estudiosos não chegaram a um consenso sobre que tipo de abismo levou Hemã, o ezraíta, a compor um salmo como o que lemos no capítulo 88. É um dos poucos salmos que não parece conter sequer um vestígio de esperança em todos os seus versos. O comentarista Derek Kidner inicia suas observações sobre o Salmo 88 dizendo: "não há oração mais triste no Saltério...". No entanto, das suas profundezas cruas, podemos extrair cinco pepitas de ouro puro que nos ajudam a compreender como reagir quando nos encontramos em nosso próprio abismo.

Direção:

O salmo começa com o salmista clamando para que Deus incline os Seus ouvidos e o responda. Do meio do abismo, Hemã volta seu olhar para o Senhor. Ele compreendeu que, quando alguém está em um abismo, a ajuda não vem de dentro, nem ao seu redor; a ajuda vem do alto.

Com muita frequência, nossa reação inicial ao estarmos no abismo é confiar em nossas próprias forças para tentar sair de lá. Podemos também tentar olhar ao redor, e buscar a ajuda daqueles que estão no abismo conosco. Não se engane: Deus nos chama para sermos pessoas de ação, e para carregarmos os fardos uns dos outros. No entanto, a direção que Hemã exemplifica é que devemos, primeiramente, olhar para o alto e clamar Àquele que pode ajudar.

Honestidade:

Hemã dedica a maior parte deste salmo a descrever a natureza do abismo em que se encontra. Mais de 60% do que ele escreve detalha sua experiência (vv. 3-9, 15-18). O que impressiona nesta seção é o nível de honestidade e transparência com que ele fala ao Senhor sobre a provação que enfrenta no momento.

Deus nos chama a fazer o mesmo quando estamos no abismo. Ele quer ouvir-nos com franqueza, pois o próprio Deus não teme a realidade do nosso sofrimento. É um lugar com o qual Ele também está familiarizado {em Cristo}.

Perguntas:

A seção intermediária, versículos 10 a 14, lista uma série de perguntas que Hemã apresenta ao Senhor. Não deixe passar este detalhe: é evidente que ele sabe quem é o seu Deus, pela natureza das perguntas que faz. Suas perguntas não nascem da ignorância sobre o caráter de Deus, mas sim de um profundo conhecimento de quem Ele é. Por que, então, ele faz perguntas?

Hemã não consegue ver como suas circunstâncias se alinham com quem ele sabe que Deus é. Sua confiança está claramente no Senhor e em Seu caráter, e Hemã é humilde o suficiente para apresentar sua confusão diante d'Ele.

Da mesma forma, Deus nos chama a aprender mais profundamente sobre Ele, em meio ao abismo. Não deixe que o sofrimento o afaste das Escrituras; use a Bíblia para ver como Ele é revelado em suas páginas. À medida que você aprende mais sobre Ele, e acha difícil conciliar isso com o que está vivenciando, pergunte a Ele!

Tempo:


O versículo 15 oferece uma perspectiva interessante: "Ando aflito e prestes a expirar desde moço". Hemã está nesse abismo a muito tempo, e não há garantia de se, ou quando {tempo}, ele sairá deste abismo. Se ele escolhesse depositar sua esperança no tempo, isso se mostraria um auxílio falho e ineficaz. Mas existe uma esperança firme, mesmo nos abismos mais profundos. Nos versículos finais deste salmo, Hemã descreve Aquele {Jesus Cristo} que viria após ele. Embora sua descrição possa retratar com precisão sua situação naquele momento da sua vida, o que ele diz ao final do salmo ressoa profundamente com o que o Servo Sofredor {ver Isaías 53} haveria de suportar.

Relacionamento:


“Ando aflito e prestes a expirar desde moço;
sob o peso dos teus terrores, estou desorientado.
 Por sobre mim passaram as tuas iras,
os teus terrores deram cabo de mim.
 Eles me rodeiam como água, de contínuo;
a um tempo me circundam.
 Para longe de mim afastaste amigo e companheiro;
os meus conhecidos são trevas.
” 
(Salmos 88:15-18)

Jesus, prestes a enfrentar o abismo mais profundo jamais cavado, olha para os Seus discípulos e lhes assegura duas verdades permanentes em João 16:
 
- “No mundo, passais por aflições...”. Abismos são garantidos e numerosos. Se você não está em um agora, há um no horizonte.
- “Mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. Embora os abismos da vida possam nos engolir, isso nunca ocorre à parte do reinado soberano de Cristo.

O abismo que Ele estava prestes a enfrentar foi cavado vigorosamente, com a pá do pecado, por cada homem, mulher e filho que depositaria sua confiança na capacidade d’Ele de preencher o enorme vazio em nossa santidade. Jesus mergulhou voluntariamente no abismo que havíamos criado, para que não precisássemos passar por isso. Ao suportar, na cruz, a ira devida ao nosso pecado, Ele nos concedeu acesso a Si mesmo — não apenas para desfrutarmos da vida eterna ao Seu lado, mas também para termos acesso a Ele, mesmo quando estivermos nos abismos mais profundos da vida.

Ele esteve verdadeiramente só (Marcos 15:34), para que nós nunca precisássemos estarmos sós. Existe um Companheiro nesse abismo em quem podemos depositar nossa esperança: o próprio Jesus.

Portanto, quando você se encontrar em um dos muitos abismos da vida: 1) volte o olhar para Cristo, 2) converse com Ele, 3) aprenda com Ele e apresente suas perguntas, 4) evite a tentação de depositar sua esperança no tempo e 5) aproveite a quietude do abismo para crescer em seu relacionamento com Aquele que permanece ali, com você.

27 maio 2026

27 janeiro 2026

"Corando de Vergonha": a espença nos céus!

Esta postagem inaugura, Deus permitindo, o início de uma série denominada "Corando de vergonha", baseado no texto do livro de Daniel (Dn 9:7-8): "A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha [...]".

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Em trecho do Devocional Manhã & Noite, na manhã do dia 02 de outubro, as palavras inspiradoras do pastor C.H. Spurgeon nos desafiam a "viver uma vida cristã piedosa", na Terra, baseando-nos em uma "esperança que nos está reservada", nos Céus:

“Por causa da esperança que vos está reservada nos céus (…)” (Cl 1:5) 
A nossa esperança em Cristo para o futuro é a principal fonte e o esteio de nossa alegria aqui. Animará nossos corações pensar com frequência no céu, pois tudo o que podemos desejar está prometido lá. Aqui estamos cansados e sobrecarregados, mas acima é a terra de descanso, onde o suor do trabalho não mais orvalha a testa do trabalhador, e a fadiga será banida para sempre. Para aqueles que estão cansados e exaustos, a palavra “descanso” está repleta de celestialidade. Estamos sempre no campo de batalha; somos tão tentados internamente, e tão molestados por inimigos externamente, que temos pouca ou nenhuma paz; mas no céu desfrutaremos a vitória, quando o estandarte será levantado em triunfo, e a espada será embainhada, e ouviremos nosso Capitão dizer: “Bem está, servo bom e fiel” (Mt 25:23). Nós sofremos luto após luto, mas estamos seguindo para a terra dos imortais, onde sepulturas são coisas desconhecidas. Aqui o pecado é uma dor constante para nós, mas lá seremos perfeitamente santos, pois de modo algum entrará naquele reino qualquer coisa que contamine (Ap 21:27). A cicuta [planta venenosa] não brota nos sulcos dos campos celestiais. Ó, porventura não é prazeroso saber que você não estará banido para sempre, que não habitará eternamente neste deserto, mas em breve herdará Canaã? No entanto, que nunca se diga de nós que estamos sonhando com o futuro e esquecendo o presente; que o futuro santifique o presente para usos mais elevados. Por meio do Espírito de Deus, a esperança do céu é a força mais poderosa para produzir a virtude; é uma fonte de alegres esforços, é a pedra angular da jubilosa santidade. O homem que tem nele essa esperança faz o seu trabalho com vigor, pois a alegria do Senhor é a sua força (Ne 8:10); ele guerreia contra a tentação com ardor, pois a esperança do mundo vindouro repele os dardos inflamados do adversário; ele pode trabalhar sem a recompensa presente, uma vez que procura uma recompensa no mundo do porvir."

31 dezembro 2025

Qual o fim do fim?

Hoje, 31 de dezembro, uma pergunta navegou pelas entranhas da alma: "Qual o fim do fim?"
Esta pergunta talvez tenha sido motivada pelo fim do ano, ou, quem sabe, pela reflexão no fato de que o crepúsculo da existência, humanamente falando, já se aproxima com maior velocidade, na ordem natural das coisas da vida, conforme a idade avança.
 
Me recordo, certa vez, ter aprendido com um amigo que, no grego do Novo Testamento (NT), existem 2 palavras relevantes que tem o significado de "fim" (em português): eschatos e telos. <@@@>
- Eschatos, e suas variações (eschate/eschaton) encontradas no NT, tem o significado de "fim" no sentido de "último no tempo (ou no lugar)", "último em uma sucessão temporal", "a parte mais extrema", como quando um ano chega ao seu "fim" no dia 31 de dezembro, ou seja, quando chega ao "fim (ou parte mais extrema) do seu período de tempo". Esta palavra (eschatos) aparece cerca de 50 vezes nas Escrituras, e na versão em português se refere frequentemente ao "último dia", como por exemplo, nas palavras do próprio Senhor Jesus Cristo: "De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último [eschate] dia" (João 6:40). É da palavra eschatos que deriva a palavra escatologia, sendo esta uma área da teologia cristã que estuda o fim, as últimas coisas, ou ainda, os últimos dias.
- Telos, por sua vez, tem o significado de "fim" voltado para "estabelecer um ponto definitivo", "objetivo (propósito)" ou "resultado (final)". Em outras palavras, telos significa o "término", o "limite no qual algo deixa de ser", ou "o fim de um ato ou estado (mas não o fim de um período de tempo)". Inclusive, por causa deste espectro de tradução, a palavra telos também pode ter até o significado de "imposto". Esta palavra (telos) aparece cerca de 40 vezes nas Escrituras, como por exemplo nas palavra do Senhor Jesus, na revelação em Apocalipse: "Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último [Eschatos], o Princípio e o Fim [Telos]" (Apocalipse 22:13). Da palavra telos deriva o termo teleologia, que trata do estudo de propósitos, metas, fins ou objetivos últimos.

Portanto, nesta ocasião, a nossa pergunta temática central talvez pudesse ser refeita da seguinte forma: "Qual o propósito [telos] do término [eschaton] ?"
Em outras palavras, talvez o propósito teleológico desta reflexão seja estimular a meditação escatológica, tentando fazer isso sempre aos pés do nosso Criador, Redentor e Mestre.
Cabe apenas, a cada um de nós, fazer esta pergunta diante da glória, majestade e soberania do Alfa & Ômega, Primeiro & Último [Eschatos], Princípio & Fim [Telos], Cordeiro & Leão, Divindade & Humanidade, o Senhor Jesus Cristo, sendo Ele o Deus vivo & eterno, o Rei da glória!

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<@@@> Em uma explicação final, para fins didáticos, este ponto em que nos encontramos agora parece ser o eschatos deste texto, pois chegou ao seu fim (no tempo e no espaço), mas nosso intuito é que você, caro(a) leitor(a), continue meditando no telos deste texto, ou seja, que cada um de nós continue refletindo sobre o objetivo e propósito destas desafiadoras e maravilhosas verdades das Escrituras, a Palavra viva do Deus vivo!

Glória somente ao Senhor, que domina, de Gênesis à Apocalipse, sobre as primeiras e as últimas coisas!

02 dezembro 2025

A exaustiva exaustão da existência exaurida na fadiga...


Nos gráficos da figura acima, podem ser encontradas as palavras "exhausted" [exausto], "tired" [cansado], "beaten" [derrotado], "worn" [desgastado], "collapsed" [colapsado], "tumbled" [desabado], "fatigued" [fatigado], em uma busca, ao longo do período de 1970 (década em que pessoas da nossa geração nasceram) até os dias de hoje (década de 2020), pela frequência de ocorrência destes termos, em inglês, nos livros digitalizados pelo projeto Ngram. Todas estas palavras, em inglês, trazem a ideia de alguém estar esgotado, exaurido, extenuado, exausto, estafado, gasto, colapsado, desabado, abatido, cansado, etc. Este conceito parece ser tão amplo, que precisa ser representado por várias palavras, para uma compreensão mais completa e precisa. Contudo, o que pode ser observado claramente nestes gráficos é que todas estas palavras aparecem com frequência crescente na literatura, ao longo destas últimas 5 décadas (ou meio século).
Nos discionários de etimologia, a palavra "fatigue" [fadiga] tem orígem no séc. XVII, sendo proveniente do latim "fatigare" [cansar, exaurir], mas, originalmente, do adjetivo pré-latino "fati-agos", que quer dizer "levando ao ponto de quebra". 
Encontramos a palavra fadiga algumas vezes nas Escrituras, mas chama a nossa atenção o livro de Eclesiastes:
"Pois que tem o homem de todo o seu trabalho e da fadiga do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol?" (Ec 2:22)
No ensino do Pregador (ver Ec 1:1), inspirado pelo Espírito Santo, a palavra traduzida por fadiga, no original [#Strong H7475: ra ̀yown], é a mesma palavra usada no final do verso Ec 4:16 para "correr" atrás do vento, e parece ter o mesmo significado de "vexation", em inglês, que pode ser traduzido, para o português, como aborrecimento, frustração, irritação, enfado. Estes, infelizmente, são sentimentos e comportamentos típicamente encontrados em quem está com fadiga.
 
Qual a solução?
Resposta: Não há nenhuma novidade aqui... "nada há, pois, novo debaixo do sol" (Ec 1:9b)... a única solução é a mesma de sempre... Arrepender-se, verdadeiramente, do pecado de ter "passado do ponto" e queimado "todo o combustível", de forma imprópria e desequilibrada, e voltar-se para a Cruz do Calvário, para encontrar, novamente, o perdão e o descanso apenas nAquele que é o nosso único e derradeiro descanso, não somente na Eternidade da Glória, mas atualmente, já aqui e agora, neste mundo febril, cansativo e fatigante: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." (Mt 11:28–30)

Obrigado, Senhor, por ser nosso descanso atual e eterno! 
Suplicamos que nos ensine, por Tua Palavra e por Teu Espírito, a descarsarmos somente em Ti! 
Amém
 
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*Nota: é possível encontrar algumas curiosidades interessantes sobre este tema (fadiga, cansaço, etc.) na internet. Algumas valem a pena, enquanto outras não. Caro leitor, apenas tenha a certeza de usar bom senso: "[...] julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (1Ts 5:21–22)
- frases sobre cansaço (para colocar em perfis do IG, FB, WA, etc)

02 dezembro 2013

Aprendizado piedoso 79

"Não se preocupe com a tempestade quando você está navegando no navio de Cristo: nenhum passageiro nunca vai cair ao mar. Mesmo o passageiro com mais náusea, é certo que aportará em terra com segurança."
(Samuel Rutherford)

08 abril 2013

Interjeição

AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Interjeição de cansaço e de exaustão.
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Interjeição de esperança e de contentamento.
OOOOOOOOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Interjeição de reverência e de admiração... diante do Senhor Deus.

“Vinde, cantemos alegremente ao Senhor, cantemos com júbilo à rocha da nossa salvação. Apresentemo-nos diante dele com ações de graças, e celebremo-lo com salmos de louvor. Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. Seu é o mar, pois ele o fez, e as suas mãos formaram a serra terra seca. Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou” (Salmos 95:1-6).

 

31 dezembro 2012

Último dia

Último dia do ano ... 31/12 ... dia como outro qualquer
Apenas um excesso de festividades, e uma escassez de propósito
Um superlativo de promessas de autotransformação, e um diminutivo de fé transcendente
Um excedente de brilhos prateados ou dourados, e uma falta de luz para o caminho
Um exagero de fogos de artifício, e uma economia de chama incandescente no coração
Último dia do ano ... 31/12 ... dia como outro qualquer
Fosse este o último dia de todos os tempos, significaria que o Senhor Jesus Cristo já estaria concretizando a sua segunda vinda, revestido de glória e poder, para a consumação dos séculos
Esta verdade arrebatadora da volta de Cristo não é um sinal de pessimismo, nem de derrotismo
Na verdade, é um sinal de otimismo e esperança nesta fiel promessa do Rei dos reis
Durante a espera pelo Senhor, o Evangelho precisa ser pregado para o mundo, que está sedento de propósito e sentido, e necessitado da plenitude da graça e da multidão das misericórdias de Deus
Para isto, precisa ocorrer, nos próprios cristãos, a edificação e a solidificação da certeza desta esperança em Cristo Jesus, pois o “ensinar o Evangelho” não pode ser dissociado do “viver o Evangelho”
Maranata !  Vem, Senhor Jesus ! Amém


21 dezembro 2012

Evangelho visual 20


"Porque na esperança fomos salvos. Ora, a esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera ?
Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos."
(Romanos 8:24-25)

02 dezembro 2012

Aprendizado piedoso 3

"Boas orações nunca vêm chorando para casa. Tenho certeza que receberei ou o que eu peço, ou o que eu deveria pedir."
(Joseph Hall)